
O Brasil deu seu maior passo rumo à liberalização do turismo em uma década ao eliminar a exigência de visto para estadias curtas para portadores de passaporte irlandês, junto com visitantes de outros sete países. A revista do setor ITIJ informou que a Portaria Interministerial 18/2026 entrou em vigor em 24 de fevereiro e foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores em 28 de fevereiro, permitindo que turistas e visitantes de negócios irlandeses permaneçam até 30 dias por viagem (prorrogáveis para 90 dias dentro de um período de 12 meses).
A decisão elimina a taxa de US$ 120 do e-visto e o prazo de processamento de duas semanas, que antes desestimulavam muitos viajantes irlandeses. Embora a Irlanda atraia cerca de 15 mil visitantes ao Brasil por ano, operadores turísticos preveem um aumento de 25%, citando a demanda reprimida por pacotes de Carnaval e ecoturismo no Pantanal.
Para empresas, a mudança elimina um obstáculo logístico para engenheiros e consultores de agritecnologia que atuam em joint ventures irlandesas-brasileiras em São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia. As companhias aéreas já estão reagindo: TAP Air Portugal e Air France-KLM — cujos hubs em Lisboa e Paris concentram a maior parte do tráfego Irlanda-Brasil — solicitaram frequências extras para o verão. A LATAM avalia a possibilidade de um voo charter sazonal entre Dublin e São Paulo, caso a demanda se confirme.
As equipes de políticas de viagem devem atualizar imediatamente as matrizes de visto e lembrar os funcionários de que o trabalho remunerado continua proibido sob a isenção; missões mais longas ainda exigem visto temporário de trabalho. Cidadãos irlandeses devem chegar com passaporte válido por seis meses, passagem de saída ou retorno e comprovação de recursos financeiros suficientes. Oficiais de imigração mantêm o direito de negar a entrada se suspeitarem de trabalho não declarado.
Viajantes que planejam múltiplas viagens devem controlar o total de dias para não ultrapassar o limite anual de 90 dias. Analistas veem a medida como parte da estratégia “Portas Abertas 2026” do presidente Lula para recuperar o número de visitantes aos níveis pré-pandemia. Com a Irlanda agora desfrutando do mesmo status de isenção de visto que a maioria dos países da UE, a Enterprise Ireland espera ampliar as oportunidades para exportadores de food-tech e energia renovável que miram o maior mercado da América Latina.
A decisão elimina a taxa de US$ 120 do e-visto e o prazo de processamento de duas semanas, que antes desestimulavam muitos viajantes irlandeses. Embora a Irlanda atraia cerca de 15 mil visitantes ao Brasil por ano, operadores turísticos preveem um aumento de 25%, citando a demanda reprimida por pacotes de Carnaval e ecoturismo no Pantanal.
Para empresas, a mudança elimina um obstáculo logístico para engenheiros e consultores de agritecnologia que atuam em joint ventures irlandesas-brasileiras em São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia. As companhias aéreas já estão reagindo: TAP Air Portugal e Air France-KLM — cujos hubs em Lisboa e Paris concentram a maior parte do tráfego Irlanda-Brasil — solicitaram frequências extras para o verão. A LATAM avalia a possibilidade de um voo charter sazonal entre Dublin e São Paulo, caso a demanda se confirme.
As equipes de políticas de viagem devem atualizar imediatamente as matrizes de visto e lembrar os funcionários de que o trabalho remunerado continua proibido sob a isenção; missões mais longas ainda exigem visto temporário de trabalho. Cidadãos irlandeses devem chegar com passaporte válido por seis meses, passagem de saída ou retorno e comprovação de recursos financeiros suficientes. Oficiais de imigração mantêm o direito de negar a entrada se suspeitarem de trabalho não declarado.
Viajantes que planejam múltiplas viagens devem controlar o total de dias para não ultrapassar o limite anual de 90 dias. Analistas veem a medida como parte da estratégia “Portas Abertas 2026” do presidente Lula para recuperar o número de visitantes aos níveis pré-pandemia. Com a Irlanda agora desfrutando do mesmo status de isenção de visto que a maioria dos países da UE, a Enterprise Ireland espera ampliar as oportunidades para exportadores de food-tech e energia renovável que miram o maior mercado da América Latina.
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