
Milhares de pessoas ocuparam as principais avenidas do Brasil no domingo, 8 de março de 2026, em manifestações nacionais contra a violência de gênero. Embora em sua maioria pacíficas, os protestos causaram grandes transtornos na mobilidade nos centros urbanos que abrigam as maiores comunidades de expatriados e sedes corporativas do país. Em São Paulo, a Avenida Paulista ficou fechada por seis horas, desviando os corredores de ônibus norte-sul para a Rua da Consolação e obrigando os aplicativos de transporte por aplicativo a implementarem limites no aumento de tarifas, acordados com a secretaria municipal de transportes. Em Brasília, os ônibus do aeroporto foram redirecionados após a polícia bloquear a Esplanada dos Ministérios, e no Rio de Janeiro a linha 60 do BRT Transbrasil operou ônibus expressos extras para atender ao aumento de passageiros das manifestações na praia de Copacabana. A maioria das agências de transporte urbano anunciou desvios com antecedência, mas dados em tempo real do Waze e Moovit indicam que o tempo médio de viagem de carro dobrou entre 14h e 18h. Empresas de segurança para viagens a trabalho recomendaram que os viajantes evitassem check-ins em hotéis centrais até o final da noite e confirmaram que alguns ônibus intermunicipais sofreram atrasos nas saídas dos terminais Tietê e Novo Rio. Para as equipes de RH que gerenciam colaboradores em missões de curto prazo, os eventos reforçam a importância de monitorar calendários de movimentos sociais — especialmente em datas de significado simbólico — ao organizar transfers, reuniões ou serviços de relocação. Empresas com trabalhadores em turnos críticos aos domingos relataram o uso de cláusulas de trabalho flexível ou quartos de hotel durante o dia para minimizar riscos de ausência.
Fonte: Poder360