
Os dois principais corredores de viagens de negócios do Brasil enfrentaram novos transtornos em 6 de janeiro, quando LATAM, GOL e Azul cancelaram seis voos de destaque. Tempestades na região Sudeste, combinadas com lacunas na escala de tripulação pós-férias, forçaram as companhias aéreas a cancelar dois voos de conexão entre Santos-Dumont e Congonhas, além de voos de longa distância de São Paulo/Guarulhos para Miami e Amsterdã.
Dados da plataforma de rastreamento de voos Cirium mostram que os cancelamentos eliminaram mais de 1.000 assentos em cabines premium justamente quando expatriados e delegados de feiras comerciais retornavam ao Brasil após as férias. O voo KL 792 da KLM — um dos apenas três voos diretos diários entre Brasil e Holanda — foi um dos afetados, deixando embarcadores de componentes farmacêuticos e tecnológicos de alto valor em busca de alternativas para transporte de carga na barriga das aeronaves.
As companhias aéreas atribuíram a situação a uma “tempestade perfeita” de desvios causados pelo mau tempo, aumento de licenças médicas entre tripulantes e os efeitos em cascata das interrupções do inverno na América do Norte. GOL e LATAM ajustaram os horários de algumas rotas e estão oferecendo remarcações sem taxa, mas empresas de gestão de viagens alertam que a disponibilidade na classe executiva continuará limitada na próxima semana.
As equipes de mobilidade corporativa devem orientar os viajantes a incluir dias de folga nos roteiros e considerar a participação remota em reuniões marcadas para a primeira semana útil completa do calendário brasileiro. Empresas com cargas sensíveis ao tempo podem optar por fretes dedicados ou rotas via Santiago ou Bogotá até que os horários se estabilizem.
O episódio reforça a fragilidade da malha aérea brasileira durante a temporada de tempestades do verão no hemisfério sul e pode acelerar os pedidos por uma terceira pista dedicada no aeroporto de Congonhas, para aliviar a pressão sobre o corredor de voos regionais.
Dados da plataforma de rastreamento de voos Cirium mostram que os cancelamentos eliminaram mais de 1.000 assentos em cabines premium justamente quando expatriados e delegados de feiras comerciais retornavam ao Brasil após as férias. O voo KL 792 da KLM — um dos apenas três voos diretos diários entre Brasil e Holanda — foi um dos afetados, deixando embarcadores de componentes farmacêuticos e tecnológicos de alto valor em busca de alternativas para transporte de carga na barriga das aeronaves.
As companhias aéreas atribuíram a situação a uma “tempestade perfeita” de desvios causados pelo mau tempo, aumento de licenças médicas entre tripulantes e os efeitos em cascata das interrupções do inverno na América do Norte. GOL e LATAM ajustaram os horários de algumas rotas e estão oferecendo remarcações sem taxa, mas empresas de gestão de viagens alertam que a disponibilidade na classe executiva continuará limitada na próxima semana.
As equipes de mobilidade corporativa devem orientar os viajantes a incluir dias de folga nos roteiros e considerar a participação remota em reuniões marcadas para a primeira semana útil completa do calendário brasileiro. Empresas com cargas sensíveis ao tempo podem optar por fretes dedicados ou rotas via Santiago ou Bogotá até que os horários se estabilizem.
O episódio reforça a fragilidade da malha aérea brasileira durante a temporada de tempestades do verão no hemisfério sul e pode acelerar os pedidos por uma terceira pista dedicada no aeroporto de Congonhas, para aliviar a pressão sobre o corredor de voos regionais.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News