
A polícia alemã confirmou a prisão de um cidadão búlgaro de 22 anos no posto de controle de Bentheimer Wald, no final do dia 29 de março, evidenciando o impacto operacional dos controles fixos reintroduzidos pela Alemanha na fronteira com a Holanda. Esses controles, retomados em setembro de 2024 e prorrogados repetidamente, agora estão previstos para continuar pelo menos até meados de abril, devido às pressões contínuas relacionadas ao tráfico de pessoas, segundo Berlim. O suspeito era passageiro de um carro com placa holandesa e estava procurado por quatro mandados de prisão pendentes por infrações de trânsito. As autoridades afirmam que o caso exemplifica como as verificações pontuais dentro do espaço Schengen estão sendo usadas para capturar fugitivos e desencorajar a migração irregular.
Desde o início de 2026, dados da Bundespolizei indicam mais de 11 mil verificações de identidade e 380 prisões apenas na fronteira terrestre entre Alemanha e Holanda. Para os trabalhadores transfronteiriços e operadores logísticos, os controles ampliados resultam em filas esporádicas nos corredores A30 e A3. Empresas de transporte relatam atrasos médios de 15 a 25 minutos por travessia, levando algumas a ajustar janelas de entrega ou a optar por rotas alternativas via Bélgica. Os serviços de trem de passageiros, até o momento, têm sido poupados de inspeções sistemáticas, mas a polícia ferroviária mantém o direito de embarcar em trens originários de Amsterdã ou Utrecht.
Empresas com funcionários que transitam diariamente devem lembrar seus colaboradores de portar passaportes válidos ou documentos nacionais da UE, já que carteiras de motorista não são aceitas. Portadores de autorizações de residência alemãs são aconselhados a levar o cartão físico, mesmo em viagens dentro do espaço Schengen. Especialistas em missões de curto prazo devem manter cópias das notificações de destacamento para facilitar eventuais verificações trabalhistas realizadas em conjunto com a fiscalização de fronteira.
No âmbito político, a Holanda protestou contra a “temporariedade permanente” dos controles e pediu um plano de ação conjunto que equilibre a segurança com a livre circulação, base do Mercado Único. Os ministros do Interior da UE irão analisar a justificativa da Alemanha na próxima reunião do Conselho de Justiça e Assuntos Internos, em maio.
Desde o início de 2026, dados da Bundespolizei indicam mais de 11 mil verificações de identidade e 380 prisões apenas na fronteira terrestre entre Alemanha e Holanda. Para os trabalhadores transfronteiriços e operadores logísticos, os controles ampliados resultam em filas esporádicas nos corredores A30 e A3. Empresas de transporte relatam atrasos médios de 15 a 25 minutos por travessia, levando algumas a ajustar janelas de entrega ou a optar por rotas alternativas via Bélgica. Os serviços de trem de passageiros, até o momento, têm sido poupados de inspeções sistemáticas, mas a polícia ferroviária mantém o direito de embarcar em trens originários de Amsterdã ou Utrecht.
Empresas com funcionários que transitam diariamente devem lembrar seus colaboradores de portar passaportes válidos ou documentos nacionais da UE, já que carteiras de motorista não são aceitas. Portadores de autorizações de residência alemãs são aconselhados a levar o cartão físico, mesmo em viagens dentro do espaço Schengen. Especialistas em missões de curto prazo devem manter cópias das notificações de destacamento para facilitar eventuais verificações trabalhistas realizadas em conjunto com a fiscalização de fronteira.
No âmbito político, a Holanda protestou contra a “temporariedade permanente” dos controles e pediu um plano de ação conjunto que equilibre a segurança com a livre circulação, base do Mercado Único. Os ministros do Interior da UE irão analisar a justificativa da Alemanha na próxima reunião do Conselho de Justiça e Assuntos Internos, em maio.
Fonte: Presseportal/ad-hoc-news