
A Etihad Airways prorrogou sua política de alteração gratuita para bilhetes emitidos até 28 de fevereiro, permitindo remarcações até 15 de junho, enquanto Qatar Airways e Emirates continuam operando com horários reduzidos em meio à primeira pausa prolongada nos ataques aéreos na região. Os aeroportos de Dubai (DXB) e Abu Dhabi (AUH) mantêm operações limitadas, e ambos recomendam que os passageiros só viagem após confirmação da companhia aérea. Transportadoras europeias como Lufthansa, KLM e British Airways estenderam suas suspensões em Dubai até maio, com algumas rotas oficialmente fechadas até o final de outubro. Isso deixou as companhias do GCC responsáveis pela maior parte do tráfego de repatriação antes do feriado do Eid e do movimentado calendário MICE, elevando a taxa de ocupação acima de 90% em muitos voos. A Qatar Airways afirma que retomará serviços para mais de 120 destinos até meados de maio, mas alerta que cancelamentos pontuais ainda são possíveis. Companhias indianas adicionaram voos extras para atender à demanda acumulada de trabalhadores migrantes, enquanto a flydubai continua a estender os tempos de voo devido a desvios em torno de FIRs fechadas. Gestores de viagens recomendam que empresas multinacionais reservem tarifas flexíveis e orientem seus colaboradores sobre a possibilidade de redirecionamentos de última hora via Doha ou Istambul. Analistas destacam que as isenções repetidas por conta do conflito podem custar até US$ 300 milhões em taxas de alteração perdidas para as companhias do Golfo neste trimestre, mas afirmam que essas políticas são essenciais para manter a confiança dos clientes.
Fonte: Arabian Business
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