
Companhias aéreas que operam dentro e fora dos Emirados Árabes Unidos divulgaram orientações atualizadas para passageiros no início do dia 9 de abril, após a reabertura parcial do espaço aéreo regional permitir um aumento cauteloso dos voos. O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) informou que agora está organizando as partidas em ondas, priorizando voos de longo curso com aeronaves de grande porte para reposicionar aviões e tripulações que ficaram retidos no exterior. Os passageiros foram orientados a não comparecer ao aeroporto a menos que a companhia aérea tenha confirmado o horário de partida no mesmo dia. As companhias continuam alertando que os horários disponíveis publicamente podem não refletir mudanças operacionais de última hora, causadas por rotas alternativas devido ao fechamento de corredores aéreos.
A Emirates mantém uma programação reduzida, mas ampliou o período de flexibilização. Clientes com reservas até 30 de abril podem alterar datas ou trocar para outro destino na mesma região para viagens até 15 de junho, sem taxas ou diferenças tarifárias. Reembolsos estão disponíveis para bilhetes emitidos antes de 28 de fevereiro, com datas originais de viagem entre 28 de fevereiro e 30 de abril. A Flydubai mantém uma rede reduzida e alerta que os tempos de voo continuam mais longos devido aos desvios. O centro de atendimento da Etihad agora oferece alterações gratuitas para bilhetes emitidos até 28 de fevereiro, com datas originais até 15 de abril, permitindo remarcações até 15 de junho.
Por outro lado, a British Airways ainda não retomou os serviços. A página de alertas da companhia continua mostrando todos os voos Londres–Dubai cancelados até o final de abril e os voos Londres–Abu Dhabi suspensos para toda a temporada de verão. Analistas do setor afirmam que a frota de aeronaves de grande porte da BA está totalmente comprometida e que rotas mais longas comprometeriam as metas de utilização, a menos que mais espaço aéreo do Golfo seja reaberto.
Empresas de gestão de viagens com clientes corporativos nos Emirados Árabes recomendam que os viajantes incluam uma margem extra de cinco a sete horas em itinerários ponto a ponto durante abril e mantenham a flexibilidade nas reuniões. Também aconselham que os gestores de programas atualizem diariamente as ferramentas de rastreamento de viajantes, pois as avaliações de risco para rotas específicas podem mudar rapidamente. As últimas flexibilizações de voos eliminam a maioria das taxas de alteração, mas não cobrem custos adicionais como cancelamento de hotéis ou reuniões, deixando essas despesas a cargo das empresas.
A Emirates mantém uma programação reduzida, mas ampliou o período de flexibilização. Clientes com reservas até 30 de abril podem alterar datas ou trocar para outro destino na mesma região para viagens até 15 de junho, sem taxas ou diferenças tarifárias. Reembolsos estão disponíveis para bilhetes emitidos antes de 28 de fevereiro, com datas originais de viagem entre 28 de fevereiro e 30 de abril. A Flydubai mantém uma rede reduzida e alerta que os tempos de voo continuam mais longos devido aos desvios. O centro de atendimento da Etihad agora oferece alterações gratuitas para bilhetes emitidos até 28 de fevereiro, com datas originais até 15 de abril, permitindo remarcações até 15 de junho.
Por outro lado, a British Airways ainda não retomou os serviços. A página de alertas da companhia continua mostrando todos os voos Londres–Dubai cancelados até o final de abril e os voos Londres–Abu Dhabi suspensos para toda a temporada de verão. Analistas do setor afirmam que a frota de aeronaves de grande porte da BA está totalmente comprometida e que rotas mais longas comprometeriam as metas de utilização, a menos que mais espaço aéreo do Golfo seja reaberto.
Empresas de gestão de viagens com clientes corporativos nos Emirados Árabes recomendam que os viajantes incluam uma margem extra de cinco a sete horas em itinerários ponto a ponto durante abril e mantenham a flexibilidade nas reuniões. Também aconselham que os gestores de programas atualizem diariamente as ferramentas de rastreamento de viajantes, pois as avaliações de risco para rotas específicas podem mudar rapidamente. As últimas flexibilizações de voos eliminam a maioria das taxas de alteração, mas não cobrem custos adicionais como cancelamento de hotéis ou reuniões, deixando essas despesas a cargo das empresas.
Fonte: Arabian Business
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