
O cartão de Cidadania de Ultramar da Índia (OCI) — o status preferido de longo prazo para pessoas de origem indiana — passou pela maior reformulação em uma década. Duas notificações separadas em abril eliminaram a exigência de que estrangeiros residam seis meses consecutivos na Índia antes de solicitar o OCI no país e introduziram uma nova tabela de taxas, válida a partir de 1º de abril de 2026.
No regime antigo, cônjuges e filhos estrangeiros que chegavam com visto de turista ou entrada tinham que esperar meio ano para apresentar a documentação, um incômodo para famílias com mobilidade global. A partir de 8 de abril, essa espera foi eliminada; agora basta um visto indiano válido e o conjunto completo de documentos.
Os consulados também deixaram de aceitar envios por correio — os candidatos devem comparecer pessoalmente a um centro VFS Global ou missão para coleta biométrica. Pela primeira vez, as taxas foram escalonadas: um novo OCI do exterior custa US$ 275, mas a reemissão para alteração de nome caiu para US$ 25, enquanto a segunda via por perda ou dano sai por US$ 100. Quem perder o prazo de três meses para enviar o passaporte renovado paga uma multa de US$ 25.
Na prática, os portadores de OCI precisam se adaptar a uma experiência de chegada totalmente digital. Os cartões físicos de desembarque foram substituídos por um formulário eletrônico obrigatório, que deve ser enviado antes da partida; as companhias aéreas podem negar o embarque se o código QR estiver ausente.
Equipes de mobilidade que organizam missões de curto prazo devem revisar os perfis dos viajantes — um funcionário que se casar no exterior agora terá um processo mais rápido e barato para atualizar os dados do OCI, mas somente agendando uma consulta consular no mesmo dia.
Para os empregadores, a principal vantagem é a flexibilidade. Dependentes podem obter o status OCI em uma única viagem à Índia, em vez de duas, e o RH pode planejar custos mais previsíveis e menores para reemissões. O lado negativo é a logística: não é mais possível enviar documentos por correio de cidades menores para a missão — os funcionários precisam se deslocar até o centro VFS mais próximo.
Feedback inicial de Nova York e São Francisco indica que as vagas para agendamento esgotam semanas antes, portanto, os gestores de programas devem incluir tempo de antecedência nos calendários de funcionários em rotação.
No regime antigo, cônjuges e filhos estrangeiros que chegavam com visto de turista ou entrada tinham que esperar meio ano para apresentar a documentação, um incômodo para famílias com mobilidade global. A partir de 8 de abril, essa espera foi eliminada; agora basta um visto indiano válido e o conjunto completo de documentos.
Os consulados também deixaram de aceitar envios por correio — os candidatos devem comparecer pessoalmente a um centro VFS Global ou missão para coleta biométrica. Pela primeira vez, as taxas foram escalonadas: um novo OCI do exterior custa US$ 275, mas a reemissão para alteração de nome caiu para US$ 25, enquanto a segunda via por perda ou dano sai por US$ 100. Quem perder o prazo de três meses para enviar o passaporte renovado paga uma multa de US$ 25.
Na prática, os portadores de OCI precisam se adaptar a uma experiência de chegada totalmente digital. Os cartões físicos de desembarque foram substituídos por um formulário eletrônico obrigatório, que deve ser enviado antes da partida; as companhias aéreas podem negar o embarque se o código QR estiver ausente.
Equipes de mobilidade que organizam missões de curto prazo devem revisar os perfis dos viajantes — um funcionário que se casar no exterior agora terá um processo mais rápido e barato para atualizar os dados do OCI, mas somente agendando uma consulta consular no mesmo dia.
Para os empregadores, a principal vantagem é a flexibilidade. Dependentes podem obter o status OCI em uma única viagem à Índia, em vez de duas, e o RH pode planejar custos mais previsíveis e menores para reemissões. O lado negativo é a logística: não é mais possível enviar documentos por correio de cidades menores para a missão — os funcionários precisam se deslocar até o centro VFS mais próximo.
Feedback inicial de Nova York e São Francisco indica que as vagas para agendamento esgotam semanas antes, portanto, os gestores de programas devem incluir tempo de antecedência nos calendários de funcionários em rotação.
Fonte: InvestMates