
Em uma mudança surpreendente de política anunciada no domingo, 26 de abril de 2026, o Immigration, Refugees and Citizenship Canada (IRCC) removeu discretamente a presunção de longa data de que a maioria dos solicitantes de visto de turista receberia um visto de múltiplas entradas válido por até dez anos (ou até o vencimento do passaporte/biometria). A alteração, publicada em um boletim operacional no final da noite de sábado, orienta os oficiais de visto a decidirem sobre o status de entrada única ou múltipla — e sobre o período de validade — estritamente caso a caso.
Segundo autoridades citadas pelo veículo canadense The Canadian Parvasi, a medida faz parte de um esforço mais amplo para conter o fluxo de residentes temporários em meio à escassez recorde de moradias e à sobrecarga da infraestrutura. O ministro da Imigração, Marc Miller, afirmou aos jornalistas que o governo foi “lento demais” para controlar a migração de curto prazo e disse que as novas regras reforçarão o princípio de que “temporário significa temporário”.
Na prática, viajantes a negócios e operadores turísticos podem esperar menos previsibilidade. Equipes de mobilidade corporativa que costumavam contar com vistos de dez anos para viagens frequentes na América do Norte agora precisarão planejar com mais antecedência — e orçamento — para renovações. Recrutadores alertam que isso pode desestimular visitas repetidas de investidores potenciais ou delegados de conferências, possivelmente deslocando o tráfego de pequenas reuniões para os Estados Unidos ou México, onde os vistos da classe B com longa validade continuam sendo padrão.
Oficiais de fronteira terão maior liberdade para emitir visto de entrada única quando identificarem “risco migratório, propósito de viagem limitado ou vínculos insuficientes”. Por outro lado, viajantes frequentes que comprovem histórico limpo, propósito econômico claro e fundos suficientes ainda poderão obter vistos com validade estendida. Advogados de imigração recomendam que os clientes apresentem roteiros detalhados, comprovantes de acomodação e evidências de emprego contínuo no país de origem para fortalecer seus pedidos.
Grupos do setor pedem a criação de padrões formais de atendimento para evitar decisões inconsistentes entre os postos de visto. O IRCC afirma que monitorará as taxas de recusa e os tempos de processamento nos próximos seis meses antes de decidir se será necessário emitir novas orientações.
Segundo autoridades citadas pelo veículo canadense The Canadian Parvasi, a medida faz parte de um esforço mais amplo para conter o fluxo de residentes temporários em meio à escassez recorde de moradias e à sobrecarga da infraestrutura. O ministro da Imigração, Marc Miller, afirmou aos jornalistas que o governo foi “lento demais” para controlar a migração de curto prazo e disse que as novas regras reforçarão o princípio de que “temporário significa temporário”.
Na prática, viajantes a negócios e operadores turísticos podem esperar menos previsibilidade. Equipes de mobilidade corporativa que costumavam contar com vistos de dez anos para viagens frequentes na América do Norte agora precisarão planejar com mais antecedência — e orçamento — para renovações. Recrutadores alertam que isso pode desestimular visitas repetidas de investidores potenciais ou delegados de conferências, possivelmente deslocando o tráfego de pequenas reuniões para os Estados Unidos ou México, onde os vistos da classe B com longa validade continuam sendo padrão.
Oficiais de fronteira terão maior liberdade para emitir visto de entrada única quando identificarem “risco migratório, propósito de viagem limitado ou vínculos insuficientes”. Por outro lado, viajantes frequentes que comprovem histórico limpo, propósito econômico claro e fundos suficientes ainda poderão obter vistos com validade estendida. Advogados de imigração recomendam que os clientes apresentem roteiros detalhados, comprovantes de acomodação e evidências de emprego contínuo no país de origem para fortalecer seus pedidos.
Grupos do setor pedem a criação de padrões formais de atendimento para evitar decisões inconsistentes entre os postos de visto. O IRCC afirma que monitorará as taxas de recusa e os tempos de processamento nos próximos seis meses antes de decidir se será necessário emitir novas orientações.
Fonte: The Canadian Parvasi
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