
Novos dados do Eurostat divulgados pela Direção-Geral de Migração e Assuntos Internos da Comissão Europeia em 28 de abril confirmam uma queda de 27% nas solicitações de asilo pela primeira vez na UE em 2025 — mas também mostram que Chipre continua entre os principais destinos do bloco em relação à população. Com 2,9 requerentes por 1.000 habitantes, Chipre está empatado com a Espanha e fica atrás apenas da Grécia (5,3) em termos per capita, apesar dos esforços nacionais de fiscalização que reduziram as chegadas irregulares em 30% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o ano anterior.
No total, os países da UE registraram 669.400 novos pedidos de asilo no ano passado, contra 912.400 em 2024. Espanha (141.000), Itália (126.600), França (116.400) e Alemanha (113.200) responderam por 74% do total, mas estados menores na linha de frente, como Chipre, enfrentam uma carga desproporcional quando se considera a população.
Os dados chegam em um momento em que Nicósia se prepara para assumir a presidência rotativa do Conselho da UE em julho de 2026, com a gestão da migração prevista para liderar a agenda. Para empregadores globais, as estatísticas têm duas implicações imediatas. Primeiro, os atrasos no processamento no Serviço de Asilo de Chipre e no Tribunal Administrativo de Proteção Internacional continuam a impactar os prazos para autorização de trabalho de contratados humanitários e seus familiares. As equipes de RH devem prever prazos maiores ao integrar candidatos que estão em transição do asilo para permissões de trabalho.
Segundo, a pressão política para manter a redução das chegadas irregulares pode resultar em fiscalização mais rigorosa nos aeroportos de Larnaca e Pafos, elevando o nível de exigência nas verificações documentais para trabalhadores temporários.
A divulgação também reforça a importância do recém-acordado Pacto da UE sobre Migração e Asilo, que Chipre tem apresentado como um instrumento para “transformar a migração de um problema em uma solução”, ao criar vias legais para habilidades essenciais. Profissionais de mobilidade devem acompanhar os pilotos de parcerias de talentos que podem estabelecer rotas de visto simplificadas assim que os atos de implementação do Pacto forem finalizados.
Embora a tendência geral na UE seja de queda, a volatilidade persiste: venezuelanos, afegãos e sírios representaram 29% dos requerentes em 2025, e as tensões geopolíticas no Oriente Médio podem alterar rapidamente os fluxos para o Mediterrâneo Oriental. Planejamento de contingência para picos repentinos — especialmente para empresas próximas à Linha Verde — continua sendo uma medida prudente.
No total, os países da UE registraram 669.400 novos pedidos de asilo no ano passado, contra 912.400 em 2024. Espanha (141.000), Itália (126.600), França (116.400) e Alemanha (113.200) responderam por 74% do total, mas estados menores na linha de frente, como Chipre, enfrentam uma carga desproporcional quando se considera a população.
Os dados chegam em um momento em que Nicósia se prepara para assumir a presidência rotativa do Conselho da UE em julho de 2026, com a gestão da migração prevista para liderar a agenda. Para empregadores globais, as estatísticas têm duas implicações imediatas. Primeiro, os atrasos no processamento no Serviço de Asilo de Chipre e no Tribunal Administrativo de Proteção Internacional continuam a impactar os prazos para autorização de trabalho de contratados humanitários e seus familiares. As equipes de RH devem prever prazos maiores ao integrar candidatos que estão em transição do asilo para permissões de trabalho.
Segundo, a pressão política para manter a redução das chegadas irregulares pode resultar em fiscalização mais rigorosa nos aeroportos de Larnaca e Pafos, elevando o nível de exigência nas verificações documentais para trabalhadores temporários.
A divulgação também reforça a importância do recém-acordado Pacto da UE sobre Migração e Asilo, que Chipre tem apresentado como um instrumento para “transformar a migração de um problema em uma solução”, ao criar vias legais para habilidades essenciais. Profissionais de mobilidade devem acompanhar os pilotos de parcerias de talentos que podem estabelecer rotas de visto simplificadas assim que os atos de implementação do Pacto forem finalizados.
Embora a tendência geral na UE seja de queda, a volatilidade persiste: venezuelanos, afegãos e sírios representaram 29% dos requerentes em 2025, e as tensões geopolíticas no Oriente Médio podem alterar rapidamente os fluxos para o Mediterrâneo Oriental. Planejamento de contingência para picos repentinos — especialmente para empresas próximas à Linha Verde — continua sendo uma medida prudente.
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