
A Polícia Federal (PF) do Brasil anunciou em 1º de maio de 2026 a apreensão de dois passaportes venezuelanos falsificados, interceptados por meio de uma empresa privada de logística em Manaus. Os documentos estavam sendo enviados para intermediários que planejavam revendê-los a migrantes que buscavam regularizar sua situação no Brasil ou seguir para outros países. As apreensões fazem parte da Operação Ávila, uma investigação em andamento sobre redes organizadas que exploram o regime humanitário relativamente flexível do Brasil para venezuelanos fugindo do colapso econômico.
Segundo investigadores da PF, o esquema cobra até R$ 8.000 por documento falsificado e anuncia seus serviços em aplicativos de mensagens criptografadas, populares na fronteira porosa da Amazônia. Para as empresas que enviam funcionários para projetos de petróleo, mineração e infraestrutura no Norte, o impacto imediato é o aumento das inspeções documentais no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e nos postos de fiscalização fluviais ao longo do Rio Negro.
Em uma reunião com representantes do setor em 1º de maio, agentes da PF informaram que todos os passaportes estrangeiros emitidos nos últimos 24 meses serão verificados na base de dados SLTD (Documentos de Viagem Roubados e Perdidos) da Interpol, um processo que pode acrescentar de cinco a dez minutos por passageiro nos horários de pico. As equipes de compliance em mobilidade devem lembrar os expatriados da importância de portar comprovantes físicos de status legal — como o ID digital de migrante ou o cartão RNM — ao transitar por Amazonas e Roraima.
Empregadores que patrocinam venezuelanos sob o Acordo de Residência do Mercosul também podem ser alvo de auditorias retrospectivas dos documentos apresentados. Embora a PF tenha ressaltado que viajantes legítimos não serão penalizados, a operação indica uma mudança mais ampla para uma abordagem baseada em risco na fronteira norte do Brasil. Anéis semelhantes de fraude com passaportes haitianos e da África Ocidental foram desmantelados no início deste ano, e autoridades sugeriram a implementação futura de exigências biométricas para tripulações de carga que chegam por balsas fluviais.
Segundo investigadores da PF, o esquema cobra até R$ 8.000 por documento falsificado e anuncia seus serviços em aplicativos de mensagens criptografadas, populares na fronteira porosa da Amazônia. Para as empresas que enviam funcionários para projetos de petróleo, mineração e infraestrutura no Norte, o impacto imediato é o aumento das inspeções documentais no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e nos postos de fiscalização fluviais ao longo do Rio Negro.
Em uma reunião com representantes do setor em 1º de maio, agentes da PF informaram que todos os passaportes estrangeiros emitidos nos últimos 24 meses serão verificados na base de dados SLTD (Documentos de Viagem Roubados e Perdidos) da Interpol, um processo que pode acrescentar de cinco a dez minutos por passageiro nos horários de pico. As equipes de compliance em mobilidade devem lembrar os expatriados da importância de portar comprovantes físicos de status legal — como o ID digital de migrante ou o cartão RNM — ao transitar por Amazonas e Roraima.
Empregadores que patrocinam venezuelanos sob o Acordo de Residência do Mercosul também podem ser alvo de auditorias retrospectivas dos documentos apresentados. Embora a PF tenha ressaltado que viajantes legítimos não serão penalizados, a operação indica uma mudança mais ampla para uma abordagem baseada em risco na fronteira norte do Brasil. Anéis semelhantes de fraude com passaportes haitianos e da África Ocidental foram desmantelados no início deste ano, e autoridades sugeriram a implementação futura de exigências biométricas para tripulações de carga que chegam por balsas fluviais.
Fonte: Polícia Federal
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