
Com as companhias aéreas se preparando para mais um verão recorde, a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA) publicou em 1º de maio um guia consolidado sobre os direitos dos passageiros, com o objetivo de evitar confusões caso a situação de segurança regional no Oriente Médio provoque cancelamentos ou desvios de voos. O aviso de cinco páginas reúne as obrigações de reembolso, reencaminhamento e assistência previstas no Regulamento UK261 do Reino Unido e esclarece como essas proteções se aplicam quando envolvem companhias aéreas não britânicas.
Principais pontos: se um voo com partida do Reino Unido for cancelado, as companhias aéreas devem oferecer aos passageiros a opção de reembolso, reencaminhamento na primeira oportunidade ou reencaminhamento em data posterior escolhida pelo cliente — mesmo que isso exija a compra de assentos em uma companhia concorrente. Viajantes que ficarem retidos no exterior devido ao cancelamento de um voo de chegada têm as mesmas opções, além de assistência com hotel e alimentação até o retorno ao país.
A CAA também lembra aos operadores turísticos que os clientes de pacotes de viagem têm direitos paralelos sob o Regulamento de Viagens em Pacote. Embora o documento seja direcionado aos consumidores, as equipes de mobilidade corporativa acharão útil para reaver custos: a CAA afirma explicitamente que as companhias aéreas devem reembolsar acomodações e despesas razoáveis quando não fornecerem assistência. O órgão regulador recomenda que os passageiros guardem recibos detalhados — ponto que os empregadores devem reforçar nos modelos de relatórios de despesas.
O momento da publicação reflete a avaliação do governo britânico de que fechamentos de espaço aéreo, em caso de nova escalada no Golfo, podem impactar os horários europeus com pouca antecedência. As companhias aéreas já apresentaram planos de contingência que evitam o espaço aéreo iraquiano e iraniano, aumentando o tempo de voo e gerando desafios para a escala das tripulações.
Por enquanto, a CAA afirma que aeroportos e companhias aéreas do Reino Unido “estão trabalhando em conjunto para garantir viagens tranquilas”, mas alerta que a resiliência operacional “não pode eliminar todas as interrupções”. Gestores de mobilidade devem compartilhar o guia com os funcionários em viagem, garantir que os contatos de emergência estejam atualizados e reconfirmar que o seguro corporativo de viagem cobre despesas com acomodação por atrasos, com cobertura mínima de 300 libras por noite nos principais hubs.
Principais pontos: se um voo com partida do Reino Unido for cancelado, as companhias aéreas devem oferecer aos passageiros a opção de reembolso, reencaminhamento na primeira oportunidade ou reencaminhamento em data posterior escolhida pelo cliente — mesmo que isso exija a compra de assentos em uma companhia concorrente. Viajantes que ficarem retidos no exterior devido ao cancelamento de um voo de chegada têm as mesmas opções, além de assistência com hotel e alimentação até o retorno ao país.
A CAA também lembra aos operadores turísticos que os clientes de pacotes de viagem têm direitos paralelos sob o Regulamento de Viagens em Pacote. Embora o documento seja direcionado aos consumidores, as equipes de mobilidade corporativa acharão útil para reaver custos: a CAA afirma explicitamente que as companhias aéreas devem reembolsar acomodações e despesas razoáveis quando não fornecerem assistência. O órgão regulador recomenda que os passageiros guardem recibos detalhados — ponto que os empregadores devem reforçar nos modelos de relatórios de despesas.
O momento da publicação reflete a avaliação do governo britânico de que fechamentos de espaço aéreo, em caso de nova escalada no Golfo, podem impactar os horários europeus com pouca antecedência. As companhias aéreas já apresentaram planos de contingência que evitam o espaço aéreo iraquiano e iraniano, aumentando o tempo de voo e gerando desafios para a escala das tripulações.
Por enquanto, a CAA afirma que aeroportos e companhias aéreas do Reino Unido “estão trabalhando em conjunto para garantir viagens tranquilas”, mas alerta que a resiliência operacional “não pode eliminar todas as interrupções”. Gestores de mobilidade devem compartilhar o guia com os funcionários em viagem, garantir que os contatos de emergência estejam atualizados e reconfirmar que o seguro corporativo de viagem cobre despesas com acomodação por atrasos, com cobertura mínima de 300 libras por noite nos principais hubs.
Fonte: UK Civil Aviation Authority
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Reino Unido.Mais de Reino Unido
Ver tudo
Eurostar Cancela Vários Serviços e Alerta para Atrasos no Fim de Semana Após Incidente em Via Belga
Ameaça Terrorista no Reino Unido Elevada para ‘Severa’, Viajantes a Negócios Devem Esperar Controles de Fronteira Mais Rigorosos