
O relatório anual “Estado do Espaço Schengen” da Comissão Europeia, divulgado no final do dia 18 de maio e destacado em vários briefings do setor em 19 de maio, estabelece um prazo claro para o lançamento do ETIAS — Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem — entre outubro e dezembro de 2026. Com o Sistema de Entrada/Saída (EES) já totalmente implementado e registrando mais de 60 milhões de passagens desde 10 de abril, Bruxelas afirma que é hora de avançar para a triagem pré-viagem dos visitantes isentos de visto.
Para a Itália, a contagem regressiva é imediata: os aeroportos de Roma-Fiumicino, Milão-Malpensa e Veneza-Marco Polo terão que integrar as mensagens “embarque/não embarque” do sistema DCS (Sistema de Controle de Partida) das companhias aéreas e garantir que os totens de autoatendimento possam ler o novo código de autorização ETIAS. O Ministério do Interior confirma que a polícia de fronteira está testando a interface, enquanto a ENAC alertou as companhias aéreas de que embarques não conformes podem acarretar multas de até €4.000 por passageiro.
As PMEs italianas ligadas ao turismo — hotéis, centros de convenções e empresas de gestão de destinos — devem incluir uma taxa extra de €7 e um prazo de autorização de 96 horas nos roteiros dos clientes. A Comissão Europeia recomenda que todos os países do Espaço Schengen lancem campanhas informativas até novembro de 2026, direcionadas a operadores turísticos, linhas de cruzeiro e agentes de aviação executiva.
A Confindustria Alberghi está pressionando por uma campanha conjunta com a ENIT para evitar cancelamentos de última hora, semelhantes aos ocorridos quando os Estados Unidos implementaram o ESTA. Empresas de gestão de viagens afirmam que as corporações precisarão pré-carregar os dados dos passaportes dos funcionários nas ferramentas de reserva para que a validade do ETIAS seja verificada automaticamente na etapa de reserva.
A autoridade italiana de proteção de dados (Garante Privacy) abriu uma consulta rápida sobre como os dados do ETIAS serão integrados com os bancos de dados nacionais de PNR e listas de vigilância; as orientações iniciais indicam que o armazenamento em servidores italianos será mínimo, com a maior parte do processamento realizada pelo hub central da UE em Estrasburgo.
Enquanto isso, fornecedores de software como SITA e Amadeus já começaram a oferecer soluções middleware para aeroportos italianos; os contratos precisam ser assinados até fevereiro de 2027 para evitar gargalos de capacidade durante o ano do Jubileu.
Pontos de ação para gestores de mobilidade: atualizar os modelos de briefing para viajantes, alocar os custos do ETIAS nos ciclos orçamentários de 2027 e coordenar com os fornecedores de sistemas de RH para capturar os números de autorização junto com os dados de visto.
A mensagem principal de Bruxelas é clara: o ETIAS está finalmente chegando, e o ecossistema de viagens da Itália tem 18 meses para se preparar.
Para a Itália, a contagem regressiva é imediata: os aeroportos de Roma-Fiumicino, Milão-Malpensa e Veneza-Marco Polo terão que integrar as mensagens “embarque/não embarque” do sistema DCS (Sistema de Controle de Partida) das companhias aéreas e garantir que os totens de autoatendimento possam ler o novo código de autorização ETIAS. O Ministério do Interior confirma que a polícia de fronteira está testando a interface, enquanto a ENAC alertou as companhias aéreas de que embarques não conformes podem acarretar multas de até €4.000 por passageiro.
As PMEs italianas ligadas ao turismo — hotéis, centros de convenções e empresas de gestão de destinos — devem incluir uma taxa extra de €7 e um prazo de autorização de 96 horas nos roteiros dos clientes. A Comissão Europeia recomenda que todos os países do Espaço Schengen lancem campanhas informativas até novembro de 2026, direcionadas a operadores turísticos, linhas de cruzeiro e agentes de aviação executiva.
A Confindustria Alberghi está pressionando por uma campanha conjunta com a ENIT para evitar cancelamentos de última hora, semelhantes aos ocorridos quando os Estados Unidos implementaram o ESTA. Empresas de gestão de viagens afirmam que as corporações precisarão pré-carregar os dados dos passaportes dos funcionários nas ferramentas de reserva para que a validade do ETIAS seja verificada automaticamente na etapa de reserva.
A autoridade italiana de proteção de dados (Garante Privacy) abriu uma consulta rápida sobre como os dados do ETIAS serão integrados com os bancos de dados nacionais de PNR e listas de vigilância; as orientações iniciais indicam que o armazenamento em servidores italianos será mínimo, com a maior parte do processamento realizada pelo hub central da UE em Estrasburgo.
Enquanto isso, fornecedores de software como SITA e Amadeus já começaram a oferecer soluções middleware para aeroportos italianos; os contratos precisam ser assinados até fevereiro de 2027 para evitar gargalos de capacidade durante o ano do Jubileu.
Pontos de ação para gestores de mobilidade: atualizar os modelos de briefing para viajantes, alocar os custos do ETIAS nos ciclos orçamentários de 2027 e coordenar com os fornecedores de sistemas de RH para capturar os números de autorização junto com os dados de visto.
A mensagem principal de Bruxelas é clara: o ETIAS está finalmente chegando, e o ecossistema de viagens da Itália tem 18 meses para se preparar.
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