
Pouco mais de um ano após a Índia ter eliminado o formulário Air Suvidha, criado durante a pandemia, o Ministério da Aviação Civil relançou uma versão ampliada e totalmente digital — o Air Suvidha 2.0 — que entra em vigor imediatamente para todos os passageiros que chegam ao país. A decisão segue a declaração da Organização Mundial da Saúde, em 17 de maio, que classificou o surto da cepa Bundibugyo do Ebola, na África Central, como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional.
Todos os viajantes devem preencher uma auto-declaração online até 24 horas antes da partida, informando o histórico de viagens dos últimos 21 dias, detalhes sobre qualquer exposição a áreas afetadas pelo Ebola e a confirmação do estado de sintomas. O formulário está integrado aos bancos de dados de imigração e saúde dos aeroportos, permitindo a identificação de riscos em tempo real, sem necessidade de documentos em papel.
Na chegada, os passageiros apresentam um código QR (ou uma impressão); não é exigida documentação adicional. Para as companhias aéreas indianas e equipes de solo, isso representa uma mudança operacional significativa. Os funcionários do check-in devem impedir o embarque de quem não tiver o formulário preenchido, e as empresas aéreas precisam enviar as listas de passageiros ao novo portal antes da partida.
Empresas com grandes equipes expatriadas ou rotativas — especialmente do setor de energia e infraestrutura atuando na África — terão que incorporar essa exigência em seus processos de aprovação de viagens para evitar atrasos e recusas no embarque. Especialistas em saúde afirmam que o sistema sem contato equilibra a biossegurança com a conveniência dos passageiros, ao contrário dos formulários em papel de 2020, que causavam congestionamentos.
No entanto, as equipes de mobilidade devem monitorar o portal para evitar falhas e garantir que os viajantes usem o número do passaporte que consta na passagem, para evitar divergências nos portões de imigração eletrônica.
Todos os viajantes devem preencher uma auto-declaração online até 24 horas antes da partida, informando o histórico de viagens dos últimos 21 dias, detalhes sobre qualquer exposição a áreas afetadas pelo Ebola e a confirmação do estado de sintomas. O formulário está integrado aos bancos de dados de imigração e saúde dos aeroportos, permitindo a identificação de riscos em tempo real, sem necessidade de documentos em papel.
Na chegada, os passageiros apresentam um código QR (ou uma impressão); não é exigida documentação adicional. Para as companhias aéreas indianas e equipes de solo, isso representa uma mudança operacional significativa. Os funcionários do check-in devem impedir o embarque de quem não tiver o formulário preenchido, e as empresas aéreas precisam enviar as listas de passageiros ao novo portal antes da partida.
Empresas com grandes equipes expatriadas ou rotativas — especialmente do setor de energia e infraestrutura atuando na África — terão que incorporar essa exigência em seus processos de aprovação de viagens para evitar atrasos e recusas no embarque. Especialistas em saúde afirmam que o sistema sem contato equilibra a biossegurança com a conveniência dos passageiros, ao contrário dos formulários em papel de 2020, que causavam congestionamentos.
No entanto, as equipes de mobilidade devem monitorar o portal para evitar falhas e garantir que os viajantes usem o número do passaporte que consta na passagem, para evitar divergências nos portões de imigração eletrônica.
Fonte: The Indian Express
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