
O Departamento de Segurança Interna dos EUA publicou uma regra final que reforça os requisitos de registro de estrangeiros, que estavam há muito tempo inativos — e, pela primeira vez, oferece uma ferramenta online para ajudar os visitantes a verificarem se precisam se registrar. A regra, assinada em 29 de junho e divulgada em 1º de julho, adota uma versão provisória de 2025 com ajustes técnicos e introduz o Formulário G-325R para envio eletrônico. Todos os não-cidadãos com 14 anos ou mais que não tenham sido registrados por meio de impressão digital durante o processo de visto e permaneçam nos Estados Unidos por 30 dias ou mais devem se registrar; os pais devem fazer o registro em nome de crianças menores. O descumprimento pode resultar em até seis meses de prisão ou multa de US$ 5.000. Os registrados maiores de 18 anos devem portar comprovante de registro o tempo todo.
Para gestores de mobilidade global, a mudança impacta em dois aspectos. Primeiro, os trabalhadores de longa duração que entram com isenção de visto ESTA, vistos B-1/B-2 ou certos status de dependentes podem agora enfrentar uma segunda etapa de conformidade após a chegada. Segundo, o USCIS passará a emitir comprovantes eletrônicos em vez do antigo cartão de papel I-94 com faixa verde, obrigando as equipes de RH a atualizarem listas de verificação de integração e auditorias de documentos de viagem.
O DHS afirma que a digitalização desse sistema de registro, que existe há 80 anos, elimina brechas usadas por quem ultrapassa o tempo permitido e facilita a comparação de impressões digitais com bancos de dados criminais e antiterrorismo. Grupos de direitos civis argumentam que exigir que todos os visitantes de longa duração carreguem comprovante de registro pode aumentar pontos de controle internos e práticas de perfilamento. Comentários públicos sobre possíveis novas alterações — como a ampliação da revalidação biométrica a cada cinco anos — estão abertos até 28 de agosto de 2026.
Para gestores de mobilidade global, a mudança impacta em dois aspectos. Primeiro, os trabalhadores de longa duração que entram com isenção de visto ESTA, vistos B-1/B-2 ou certos status de dependentes podem agora enfrentar uma segunda etapa de conformidade após a chegada. Segundo, o USCIS passará a emitir comprovantes eletrônicos em vez do antigo cartão de papel I-94 com faixa verde, obrigando as equipes de RH a atualizarem listas de verificação de integração e auditorias de documentos de viagem.
O DHS afirma que a digitalização desse sistema de registro, que existe há 80 anos, elimina brechas usadas por quem ultrapassa o tempo permitido e facilita a comparação de impressões digitais com bancos de dados criminais e antiterrorismo. Grupos de direitos civis argumentam que exigir que todos os visitantes de longa duração carreguem comprovante de registro pode aumentar pontos de controle internos e práticas de perfilamento. Comentários públicos sobre possíveis novas alterações — como a ampliação da revalidação biométrica a cada cinco anos — estão abertos até 28 de agosto de 2026.
Fonte: The Financial Express
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