
Em uma decisão de 6 a 3, divulgada em 30 de junho de 2026 e destacada na atualização de imigração da Crown World Mobility em 2 de julho, a Suprema Corte dos EUA confirmou que todas as crianças nascidas em solo americano adquirem a cidadania ao nascer — mesmo que seus pais estejam no país de forma irregular ou com vistos temporários. A decisão anulou a Ordem Executiva 14160, que tentava limitar a cidadania pelo nascimento vinculando-a ao status legal, domicílio e “lealdade” dos pais.
O juiz-presidente Roberts, escrevendo para a maioria, citou o texto claro da Décima Quarta Emenda e precedentes históricos como o caso United States v. Wong Kim Ark (1898). A Corte rejeitou os argumentos do governo de que as pressões migratórias atuais justificam reinterpretar o termo “sujeito à jurisdição” e alertou que ações executivas não podem restringir uma garantia constitucional.
Na prática, a decisão mantém a cidadania automática para cerca de 250 mil bebês nascidos anualmente de pais não cidadãos, garantindo seu direito a passaportes americanos e à futura possibilidade de patrocinar parentes próximos. Para empregadores multinacionais, o veredito elimina incertezas sobre o status das crianças nascidas de funcionários expatriados com vistos L-1, H-1B ou E-2. As equipes de RH não precisarão mais de planos alternativos para casos em que a cidadania dos filhos pudesse ser questionada na emissão do passaporte.
No entanto, a decisão pode levar a uma fiscalização mais rigorosa de esquemas de turismo perinatal e a novas propostas legislativas para alterar a Constituição. Gestores de mobilidade devem lembrar às gestantes viajantes que a entrada legal ainda exige comprovar capacidade de arcar com custos médicos e intenção compatível com a categoria do visto. Hospitais em grandes cidades de entrada já indicaram que vão intensificar a exigência de pagamento antecipado e verificação de seguro para pacientes internacionais.
O juiz-presidente Roberts, escrevendo para a maioria, citou o texto claro da Décima Quarta Emenda e precedentes históricos como o caso United States v. Wong Kim Ark (1898). A Corte rejeitou os argumentos do governo de que as pressões migratórias atuais justificam reinterpretar o termo “sujeito à jurisdição” e alertou que ações executivas não podem restringir uma garantia constitucional.
Na prática, a decisão mantém a cidadania automática para cerca de 250 mil bebês nascidos anualmente de pais não cidadãos, garantindo seu direito a passaportes americanos e à futura possibilidade de patrocinar parentes próximos. Para empregadores multinacionais, o veredito elimina incertezas sobre o status das crianças nascidas de funcionários expatriados com vistos L-1, H-1B ou E-2. As equipes de RH não precisarão mais de planos alternativos para casos em que a cidadania dos filhos pudesse ser questionada na emissão do passaporte.
No entanto, a decisão pode levar a uma fiscalização mais rigorosa de esquemas de turismo perinatal e a novas propostas legislativas para alterar a Constituição. Gestores de mobilidade devem lembrar às gestantes viajantes que a entrada legal ainda exige comprovar capacidade de arcar com custos médicos e intenção compatível com a categoria do visto. Hospitais em grandes cidades de entrada já indicaram que vão intensificar a exigência de pagamento antecipado e verificação de seguro para pacientes internacionais.
Fonte: Crown World Mobility
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Estados Unidos.Mais de Estados Unidos
Ver tudo
Muralha Inteligente de US$ 46 Bilhões Avança na Fronteira EUA-México, Combinando Aço e Vigilância com IA
Tempestades causam caos no transporte aéreo dos EUA, com 2.199 atrasos e 73 cancelamentos em todo o país