
O Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália (DFAT) atualizou seu aviso Smartraveller para a Itália em 28 de julho de 2026, destacando que “foram introduzidas verificações temporárias nas fronteiras da Itália com a Eslovênia” e recomendando que os viajantes reservem tempo extra ao cruzar por via terrestre ou ferroviária. Embora os controles tenham sido reinstaurados em junho devido a preocupações de segurança na rota dos Bálcãs Ocidentais, o novo comunicado do DFAT indica que a medida permanecerá em vigor durante o pico do verão.
No regime atual, a polícia italiana pode solicitar passaportes ou cartões de residência de todos os passageiros, inspecionar veículos e realizar buscas instantâneas em bancos de dados. Ônibus vindos de Liubliana e trens nas rotas Udine–Villach e Trieste–Sežana já relataram atrasos de 30 a 60 minutos nas estações de Tarvisio Boscoverde e Villa Opicina.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o impacto prático é duplo. Primeiro, funcionários que dirigem carros da empresa pela fronteira devem portar os documentos originais (não cópias) de registro, seguro e Green Card, pois os agentes têm recusado cada vez mais fotocópias. Segundo, os gestores de transporte devem revisar os cronogramas de entrega para cadeias de suprimentos just-in-time que dependem das passagens de Gorizia e Fernetti; associações de logística estimam que cada 30 minutos extras de espera custam entre €50 e €70 por caminhão em combustível e horas de motorista.
O aviso também lembra que o Sistema de Entrada/Saída (EES) está totalmente operacional: impressões digitais e imagens faciais de não europeus são coletadas eletronicamente na primeira fronteira Schengen cruzada, processo que pode adicionar vários minutos por viajante se não estiverem previamente registrados. Aeroportos em Veneza e Trieste reportam poucas interrupções, mas as fronteiras terrestres continuam variáveis devido ao número limitado de quiosques biométricos.
Embora a medida seja unilateral, a Eslovênia até agora evitou controles recíprocos, o que significa que os atrasos afetam principalmente quem entra na Itália. Roma indicou que os controles serão reavaliados em meados de setembro, após o fim da temporada de férias e antes do aumento do tráfego pelo Ano do Jubileu. Até lá, os departamentos de RH devem incluir uma margem extra nos alertas de duty of care e lembrar os colaboradores para manterem os passaportes acessíveis nos serviços de transporte da empresa.
No regime atual, a polícia italiana pode solicitar passaportes ou cartões de residência de todos os passageiros, inspecionar veículos e realizar buscas instantâneas em bancos de dados. Ônibus vindos de Liubliana e trens nas rotas Udine–Villach e Trieste–Sežana já relataram atrasos de 30 a 60 minutos nas estações de Tarvisio Boscoverde e Villa Opicina.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o impacto prático é duplo. Primeiro, funcionários que dirigem carros da empresa pela fronteira devem portar os documentos originais (não cópias) de registro, seguro e Green Card, pois os agentes têm recusado cada vez mais fotocópias. Segundo, os gestores de transporte devem revisar os cronogramas de entrega para cadeias de suprimentos just-in-time que dependem das passagens de Gorizia e Fernetti; associações de logística estimam que cada 30 minutos extras de espera custam entre €50 e €70 por caminhão em combustível e horas de motorista.
O aviso também lembra que o Sistema de Entrada/Saída (EES) está totalmente operacional: impressões digitais e imagens faciais de não europeus são coletadas eletronicamente na primeira fronteira Schengen cruzada, processo que pode adicionar vários minutos por viajante se não estiverem previamente registrados. Aeroportos em Veneza e Trieste reportam poucas interrupções, mas as fronteiras terrestres continuam variáveis devido ao número limitado de quiosques biométricos.
Embora a medida seja unilateral, a Eslovênia até agora evitou controles recíprocos, o que significa que os atrasos afetam principalmente quem entra na Itália. Roma indicou que os controles serão reavaliados em meados de setembro, após o fim da temporada de férias e antes do aumento do tráfego pelo Ano do Jubileu. Até lá, os departamentos de RH devem incluir uma margem extra nos alertas de duty of care e lembrar os colaboradores para manterem os passaportes acessíveis nos serviços de transporte da empresa.
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