
14 de setembro marcou o último dia de validade do Permisso de Travessia de Fronteira em Áreas Remotas do Canadá (RABC), um documento no estilo CANPASS que, por décadas, permitiu que moradores e pescadores entrassem no norte de Ontário e na região de Northwest Angle, em Manitoba, sem precisar parar em um posto de fronteira com atendimento presencial. A partir dessa data, os viajantes devem se apresentar pessoalmente ou usar um dos novos Pontos de Atendimento Telefônico (TRS) designados pela Agência de Serviços de Fronteira do Canadá (CBSA). Essa mudança faz parte de uma modernização mais ampla, que prevê a transição total do tráfego RABC para o sistema de atendimento telefônico até 1º de dezembro de 2026.
A CBSA afirma que a alteração vai melhorar a “segurança” e proporcionar à agência uma visão em tempo real das travessias de baixo volume, que antes dependiam de permissões anuais enviadas pelo correio. Para operadores de aviação comercial, guias de pesca e comunidades indígenas que vivem na fronteira, o fim do RABC implica novos procedimentos operacionais. Os capitães devem ligar para o Centro de Atendimento Telefônico assim que chegarem, fornecer as listas de passageiros e permanecer a bordo até receber autorização para desembarcar. O descumprimento pode acarretar multas de até C$3.000 por pessoa.
Empregadores que utilizam hidroaviões ou embarcações pequenas para transportar pessoal entre Minnesota ou locais de trabalho no Lago dos Bosques e o Canadá devem informar os gestores de viagem sobre o novo processo e garantir que telefones via satélite ou cobertura celular estejam disponíveis nas áreas remotas de pouso. A CBSA está recebendo sugestões sobre onde instalar mais telefones TRS; as contribuições podem ser enviadas até 31 de outubro.
Embora o sistema telefônico simplifique a burocracia — eliminando formulários anuais e cópias de passaportes —, ele elimina a previsibilidade da permissão geral, tornando o cumprimento em tempo real um requisito essencial nos manuais de políticas para travessias internacionais.
A CBSA afirma que a alteração vai melhorar a “segurança” e proporcionar à agência uma visão em tempo real das travessias de baixo volume, que antes dependiam de permissões anuais enviadas pelo correio. Para operadores de aviação comercial, guias de pesca e comunidades indígenas que vivem na fronteira, o fim do RABC implica novos procedimentos operacionais. Os capitães devem ligar para o Centro de Atendimento Telefônico assim que chegarem, fornecer as listas de passageiros e permanecer a bordo até receber autorização para desembarcar. O descumprimento pode acarretar multas de até C$3.000 por pessoa.
Empregadores que utilizam hidroaviões ou embarcações pequenas para transportar pessoal entre Minnesota ou locais de trabalho no Lago dos Bosques e o Canadá devem informar os gestores de viagem sobre o novo processo e garantir que telefones via satélite ou cobertura celular estejam disponíveis nas áreas remotas de pouso. A CBSA está recebendo sugestões sobre onde instalar mais telefones TRS; as contribuições podem ser enviadas até 31 de outubro.
Embora o sistema telefônico simplifique a burocracia — eliminando formulários anuais e cópias de passaportes —, ele elimina a previsibilidade da permissão geral, tornando o cumprimento em tempo real um requisito essencial nos manuais de políticas para travessias internacionais.