
Viajantes aéreos acordaram em 21 de setembro com mais um dia de alterações nos horários dos voos, enquanto o Gulf News divulgava um boletim abrangente sobre o status dos voos de hoje, cobrindo as operações da Emirates, Etihad, flydubai e Air Arabia. Embora os aeroportos internacionais de Dubai (DXB) e Abu Dhabi (AUH) permanecessem totalmente abertos, dezenas de partidas para Bahrein, Kuwait e Arábia Saudita foram atrasadas ou canceladas durante a noite, enquanto as companhias aéreas reavaliavam as rotas em torno do espaço aéreo sensível do Golfo.
A atualização segue um novo alerta do Departamento de Estado dos EUA, que recomenda aos cidadãos “reconsiderar viagens” para partes da região devido à contínua confrontação entre EUA e Irã. Segundo o boletim, a Etihad manteve a maioria dos voos para a Arábia Saudita, mas atrasou partidas para Dammam e Jeddah; a Emirates operou rotas para Bahrein e Kuwait, mas aconselhou os passageiros a chegarem com quatro horas de antecedência; a flydubai cancelou os voos FZ029 (Dubai–Bahrein) e FZ817 (Dubai–Yanbu); e a Air Arabia cancelou cinco trechos para Kuwait e Bahrein a partir de Sharjah.
As companhias aéreas internacionais seguem cautelosas: British Airways, Lufthansa, SWISS, KLM e Singapore Airlines suspenderam os serviços para Dubai até o final de outubro, enquanto Wizz Air e Air Astana planejam retomadas graduais no próximo mês. O CEO dos aeroportos de Dubai, Paul Griffiths, afirmou em coletiva que a capacidade do DXB já voltou a 84% dos níveis pré-guerra, mas que “variáveis geopolíticas” podem desacelerar a recuperação.
Seguradoras de aviação relatam acréscimos de até 15% nos prêmios para voos que cruzam o Estreito de Ormuz, custo que as companhias aéreas dizem absorver “por enquanto” para preservar a demanda. Gestores de viagens corporativas são, portanto, orientados a reservar tarifas flexíveis e acompanhar atualizações em tempo real por meio de aplicativos das companhias ou feeds API integrados a sistemas globais de distribuição.
Do ponto de vista de risco à mobilidade, especialistas recomendam que empresas mantenham protocolos de rastreamento de viajantes, garantam fundos emergenciais para funcionários e orientem sobre rotas alternativas via Muscat (MCT) ou Doha (DOH), caso o fechamento do espaço aéreo se intensifique. O texto também alerta passageiros de lazer que bilhetes adquiridos por agências de viagem online podem precisar de revalidação junto ao vendedor original, e não no balcão da companhia aérea, o que pode aumentar a frustração nas filas dos aeroportos.
Embora não tenham sido implementadas novas medidas de visto nas fronteiras dos Emirados Árabes Unidos, agentes de imigração destacam que passageiros com vistos em papel para países do Golfo devem reconfirmar a validade da entrada caso a data de chegada seja alterada.
Com a abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York hoje, diplomatas acompanham se um possível encontro entre Trump e Pezeshkian poderá reduzir tensões e estabilizar as operações aéreas nos próximos dias.
A atualização segue um novo alerta do Departamento de Estado dos EUA, que recomenda aos cidadãos “reconsiderar viagens” para partes da região devido à contínua confrontação entre EUA e Irã. Segundo o boletim, a Etihad manteve a maioria dos voos para a Arábia Saudita, mas atrasou partidas para Dammam e Jeddah; a Emirates operou rotas para Bahrein e Kuwait, mas aconselhou os passageiros a chegarem com quatro horas de antecedência; a flydubai cancelou os voos FZ029 (Dubai–Bahrein) e FZ817 (Dubai–Yanbu); e a Air Arabia cancelou cinco trechos para Kuwait e Bahrein a partir de Sharjah.
As companhias aéreas internacionais seguem cautelosas: British Airways, Lufthansa, SWISS, KLM e Singapore Airlines suspenderam os serviços para Dubai até o final de outubro, enquanto Wizz Air e Air Astana planejam retomadas graduais no próximo mês. O CEO dos aeroportos de Dubai, Paul Griffiths, afirmou em coletiva que a capacidade do DXB já voltou a 84% dos níveis pré-guerra, mas que “variáveis geopolíticas” podem desacelerar a recuperação.
Seguradoras de aviação relatam acréscimos de até 15% nos prêmios para voos que cruzam o Estreito de Ormuz, custo que as companhias aéreas dizem absorver “por enquanto” para preservar a demanda. Gestores de viagens corporativas são, portanto, orientados a reservar tarifas flexíveis e acompanhar atualizações em tempo real por meio de aplicativos das companhias ou feeds API integrados a sistemas globais de distribuição.
Do ponto de vista de risco à mobilidade, especialistas recomendam que empresas mantenham protocolos de rastreamento de viajantes, garantam fundos emergenciais para funcionários e orientem sobre rotas alternativas via Muscat (MCT) ou Doha (DOH), caso o fechamento do espaço aéreo se intensifique. O texto também alerta passageiros de lazer que bilhetes adquiridos por agências de viagem online podem precisar de revalidação junto ao vendedor original, e não no balcão da companhia aérea, o que pode aumentar a frustração nas filas dos aeroportos.
Embora não tenham sido implementadas novas medidas de visto nas fronteiras dos Emirados Árabes Unidos, agentes de imigração destacam que passageiros com vistos em papel para países do Golfo devem reconfirmar a validade da entrada caso a data de chegada seja alterada.
Com a abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York hoje, diplomatas acompanham se um possível encontro entre Trump e Pezeshkian poderá reduzir tensões e estabilizar as operações aéreas nos próximos dias.
Fonte: Gulf News
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Emirados Árabes Unidos.Mais de Emirados Árabes Unidos
Ver tudo
EUA vai analisar contas de redes sociais de candidatos a vistos I, TN e TD — Viajantes dos Emirados Árabes Unidos são aconselhados a se prepararem
Cancelamento de visto nos Emirados Árabes Unidos: Seu seguro de saúde cobre você durante o período de carência?