
Policiais de fronteira no porto sul de Crotone prenderam um homem de 32 anos, natural de Bangladesh, encontrado entre 57 migrantes resgatados pela embarcação da ONG *Sea-Eye 5*. Durante as verificações no desembarque, em 6 de novembro, foi constatado que o indivíduo havia sido expulso da Itália em 2024, com uma proibição de reentrada de dez anos.
O homem agora pode ser condenado a até quatro anos de prisão, conforme o Artigo 13 do Código de Imigração italiano, por reentrada ilegal, e os promotores solicitaram um julgamento acelerado. As autoridades destacaram que a triagem biométrica sistemática nos pontos de chegada da Calábria — parte dos preparativos da Itália para o Sistema de Entrada/Saída da UE — foi fundamental para identificar o reincidente.
Para empregadores que patrocinam talentos de fora da UE, o caso reforça as consequências de permanências irregulares e retornos ilegais: proibições anteriores de expulsão não podem ser anuladas por ofertas de emprego ou vínculos familiares. As equipes de recursos humanos devem verificar o histórico de vistos dos candidatos e orientar funcionários que estejam em situação irregular a regularizarem seu status por meio de saída voluntária, evitando assim a proibição de reentrada que bloqueia futuras transferências dentro do Espaço Schengen.
O incidente também evidencia a pressão sobre as instalações de asilo na Calábria, com o aumento das travessias marítimas no outono; empresas que realocam funcionários para o sul da Itália devem considerar possíveis atrasos na disponibilidade de agendamentos nas delegacias locais para emissão de autorizações de residência.
O homem agora pode ser condenado a até quatro anos de prisão, conforme o Artigo 13 do Código de Imigração italiano, por reentrada ilegal, e os promotores solicitaram um julgamento acelerado. As autoridades destacaram que a triagem biométrica sistemática nos pontos de chegada da Calábria — parte dos preparativos da Itália para o Sistema de Entrada/Saída da UE — foi fundamental para identificar o reincidente.
Para empregadores que patrocinam talentos de fora da UE, o caso reforça as consequências de permanências irregulares e retornos ilegais: proibições anteriores de expulsão não podem ser anuladas por ofertas de emprego ou vínculos familiares. As equipes de recursos humanos devem verificar o histórico de vistos dos candidatos e orientar funcionários que estejam em situação irregular a regularizarem seu status por meio de saída voluntária, evitando assim a proibição de reentrada que bloqueia futuras transferências dentro do Espaço Schengen.
O incidente também evidencia a pressão sobre as instalações de asilo na Calábria, com o aumento das travessias marítimas no outono; empresas que realocam funcionários para o sul da Itália devem considerar possíveis atrasos na disponibilidade de agendamentos nas delegacias locais para emissão de autorizações de residência.
Fonte: ANSA
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