
Os controles internos do Espaço Schengen reintroduzidos pela Alemanha continuam em destaque. Na manhã de 26 de novembro, policiais da Bundespolizei que faziam fiscalização no tráfego da A61, perto de Kempen, prenderam um motorista búlgaro de 24 anos procurado por um mandado de Duisburg por fuga após acidente. O homem pagou uma multa de 900 euros no local, evitando uma pena de 15 dias de detenção, e pôde seguir viagem. Mais tarde, no posto de controle rodoviário de Elten, agentes interceptaram um romeno de 38 anos que apresentava uma carteira de motorista lituana falsificada.
Esses dois casos reforçam o argumento do governo de que os controles fronteiriços direcionados continuam necessários para conter a migração irregular e o crime transfronteiriço. Inicialmente implementados em outubro de 2024 nas fronteiras com Polônia, República Tcheca e Suíça, os controles foram estendidos neste verão a pontos selecionados na fronteira com a Holanda e, mais recentemente, ao corredor do Luxemburgo.
Para os viajantes a negócios, o impacto prático é modesto, mas real: viagens de ônibus e carro podem sofrer atrasos devido a paradas pontuais, e os passageiros devem portar passaportes válidos ou documentos de identidade nacionais mesmo em deslocamentos dentro do Espaço Schengen. Gestores de mobilidade que organizam deslocamentos rodoviários ou visitas a fornecedores próximos à fronteira são aconselhados a incluir tempo extra nas agendas e a lembrar os funcionários sobre as regras de documentação; cópias ou digitalizações não são aceitas.
Operadores logísticos relatam custos adicionais devido às filas nos pontos de controle de cargas, com algumas entregas just-in-time para fábricas alemãs sendo redirecionadas por rotas alternativas. Grupos do setor continuam pressionando o ministro do Interior, Dobrindt, por critérios mais claros sobre quando os controles serão suspensos, destacando que o Conselho da UE ainda exige revisões de proporcionalidade a cada seis meses.
Analistas políticos esperam que as medidas permaneçam pelo menos até a primavera de 2026, devido às próximas eleições estaduais e às negociações em curso sobre a reforma do sistema de asilo da UE.
Esses dois casos reforçam o argumento do governo de que os controles fronteiriços direcionados continuam necessários para conter a migração irregular e o crime transfronteiriço. Inicialmente implementados em outubro de 2024 nas fronteiras com Polônia, República Tcheca e Suíça, os controles foram estendidos neste verão a pontos selecionados na fronteira com a Holanda e, mais recentemente, ao corredor do Luxemburgo.
Para os viajantes a negócios, o impacto prático é modesto, mas real: viagens de ônibus e carro podem sofrer atrasos devido a paradas pontuais, e os passageiros devem portar passaportes válidos ou documentos de identidade nacionais mesmo em deslocamentos dentro do Espaço Schengen. Gestores de mobilidade que organizam deslocamentos rodoviários ou visitas a fornecedores próximos à fronteira são aconselhados a incluir tempo extra nas agendas e a lembrar os funcionários sobre as regras de documentação; cópias ou digitalizações não são aceitas.
Operadores logísticos relatam custos adicionais devido às filas nos pontos de controle de cargas, com algumas entregas just-in-time para fábricas alemãs sendo redirecionadas por rotas alternativas. Grupos do setor continuam pressionando o ministro do Interior, Dobrindt, por critérios mais claros sobre quando os controles serão suspensos, destacando que o Conselho da UE ainda exige revisões de proporcionalidade a cada seis meses.
Analistas políticos esperam que as medidas permaneçam pelo menos até a primavera de 2026, devido às próximas eleições estaduais e às negociações em curso sobre a reforma do sistema de asilo da UE.
Fonte: Bundespolizei press release
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