
O Departamento de Imigração de Hong Kong reduziu em quatro anos a idade mínima para visitantes utilizarem seus portões automáticos de imigração. A partir de 22 de dezembro, portadores do Permissão Eletrônica de Entrada e Saída (e-EEP), passaporte eletrônico da RPC ou viajantes que saem pelo programa “Smart Departure” poderão passar pelas fronteiras de Hong Kong a partir dos sete anos, em vez dos 11 anteriores.
Essa mudança é importante porque esses três grupos representam a maior parte dos passageiros que chegam pelos pontos de controle terrestre e aéreo de Hong Kong. Reduzir as filas durante o pico do Natal é uma prioridade: os portões com reconhecimento facial do e-Channel processam passageiros em cerca de 20 a 30 segundos — menos da metade do tempo gasto em balcões com atendimento humano. Para gestores de mobilidade, a nova idade mínima elimina um problema frequente ao realocar executivos com filhos em idade escolar ou organizar viagens de incentivo que incluem famílias.
Hong Kong começou a ampliar o acesso ao e-Channel de forma agressiva em 2025. Em março, a idade mínima para residentes locais foi reduzida para sete anos; o anúncio atual iguala essa regra para visitantes e sinaliza um avanço rumo a fronteiras “sem toque” antes da Cúpula Mundial de Cidades de 2026, que Hong Kong sediará. A Região Administrativa Especial já implementou as faixas de chegada “Face Easy” para residentes e está testando credenciais digitais de viagem com a ICAO.
Na prática, famílias vindas do continente precisarão garantir que cada criança tenha pelo menos 1,1 metro de altura e esteja viajando com um documento biométrico. Não é necessário pré-cadastro — os pais devem apenas seguir a sinalização verde do e-Channel e acompanhar as crianças pelo portão. Equipes de viagens corporativas devem atualizar as orientações de chegada e lembrar que ultrapassar o período permitido de estadia ainda acarreta multas pesadas.
A longo prazo, a redução da idade mínima apoia a meta do governo de atender 100 milhões de passageiros por ano até 2030, sem a necessidade de construir novos balcões com atendimento humano. Analistas esperam que outras categorias de visitantes — como portadores eletrônicos do Permissão de Retorno ao Lar de Macau e titulares de passaportes eletrônicos estrangeiros — sejam incluídas após a conclusão dos testes técnicos, prevista para meados de 2026.
Essa mudança é importante porque esses três grupos representam a maior parte dos passageiros que chegam pelos pontos de controle terrestre e aéreo de Hong Kong. Reduzir as filas durante o pico do Natal é uma prioridade: os portões com reconhecimento facial do e-Channel processam passageiros em cerca de 20 a 30 segundos — menos da metade do tempo gasto em balcões com atendimento humano. Para gestores de mobilidade, a nova idade mínima elimina um problema frequente ao realocar executivos com filhos em idade escolar ou organizar viagens de incentivo que incluem famílias.
Hong Kong começou a ampliar o acesso ao e-Channel de forma agressiva em 2025. Em março, a idade mínima para residentes locais foi reduzida para sete anos; o anúncio atual iguala essa regra para visitantes e sinaliza um avanço rumo a fronteiras “sem toque” antes da Cúpula Mundial de Cidades de 2026, que Hong Kong sediará. A Região Administrativa Especial já implementou as faixas de chegada “Face Easy” para residentes e está testando credenciais digitais de viagem com a ICAO.
Na prática, famílias vindas do continente precisarão garantir que cada criança tenha pelo menos 1,1 metro de altura e esteja viajando com um documento biométrico. Não é necessário pré-cadastro — os pais devem apenas seguir a sinalização verde do e-Channel e acompanhar as crianças pelo portão. Equipes de viagens corporativas devem atualizar as orientações de chegada e lembrar que ultrapassar o período permitido de estadia ainda acarreta multas pesadas.
A longo prazo, a redução da idade mínima apoia a meta do governo de atender 100 milhões de passageiros por ano até 2030, sem a necessidade de construir novos balcões com atendimento humano. Analistas esperam que outras categorias de visitantes — como portadores eletrônicos do Permissão de Retorno ao Lar de Macau e titulares de passaportes eletrônicos estrangeiros — sejam incluídas após a conclusão dos testes técnicos, prevista para meados de 2026.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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