
O Instituto Nacional de Estatística da Itália, Istat, divulgou em 23 de dezembro que as exportações de novembro para países fora da UE27 caíram 3,3% em relação ao ano anterior, enquanto as importações desses mercados despencaram 11,3%. Esses dados prolongam uma sequência de três meses de queda e indicam desafios para os fabricantes italianos que dependem fortemente de rotações de talentos baseadas em projetos para a Ásia e as Américas.
Os setores que apresentaram as maiores quedas nas exportações incluem máquinas (-5%) e componentes automotivos (-4,8%), indústrias que representam uma grande parcela dos profissionais italianos enviados ao exterior e técnicos de curto prazo. Gestores de mobilidade nessas áreas podem enfrentar reavaliações orçamentárias ou pausas nos planejamentos de deslocamentos para 2026, caso os pedidos continuem a diminuir.
Por outro lado, o superávit comercial com parceiros fora da UE aumentou para €6,9 bilhões, indicando que os custos de importação — especialmente de energia — estão diminuindo. Isso pode reduzir a inflação e, consequentemente, os índices COLA usados nos pacotes de realocação a partir de janeiro.
As empresas também devem estar atentas ao fato de que volumes menores podem resultar em menor capacidade de frete aéreo nas rotas Itália-Ásia, o que pode impactar políticas de excesso de bagagem e a logística de bens domésticos. A coordenação com agentes de carga é recomendada durante o pico do inverno, quando a capacidade se torna mais restrita.
Embora os números de um único mês não definam estratégias de longo prazo, a tendência reforça a importância de estruturas de mobilidade flexíveis, que permitam ajustar rapidamente o número de expatriados conforme a demanda varia.
Os setores que apresentaram as maiores quedas nas exportações incluem máquinas (-5%) e componentes automotivos (-4,8%), indústrias que representam uma grande parcela dos profissionais italianos enviados ao exterior e técnicos de curto prazo. Gestores de mobilidade nessas áreas podem enfrentar reavaliações orçamentárias ou pausas nos planejamentos de deslocamentos para 2026, caso os pedidos continuem a diminuir.
Por outro lado, o superávit comercial com parceiros fora da UE aumentou para €6,9 bilhões, indicando que os custos de importação — especialmente de energia — estão diminuindo. Isso pode reduzir a inflação e, consequentemente, os índices COLA usados nos pacotes de realocação a partir de janeiro.
As empresas também devem estar atentas ao fato de que volumes menores podem resultar em menor capacidade de frete aéreo nas rotas Itália-Ásia, o que pode impactar políticas de excesso de bagagem e a logística de bens domésticos. A coordenação com agentes de carga é recomendada durante o pico do inverno, quando a capacidade se torna mais restrita.
Embora os números de um único mês não definam estratégias de longo prazo, a tendência reforça a importância de estruturas de mobilidade flexíveis, que permitam ajustar rapidamente o número de expatriados conforme a demanda varia.
Fonte: ANSA
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