
Num Conselho informal de Justiça e Assuntos Internos em Nicósia, a 26 de janeiro de 2026, o Comissário Europeu para Assuntos Internos e Migração, Magnus Brunner, fez uma declaração que as autoridades cipriotas consideraram “revolucionária”: a zona tampão única da ilha, administrada pela ONU — a Linha Verde — não impedirá que a República de Chipre adira ao Espaço Schengen no próximo ano.
Brunner elogiou Chipre pela instalação de portões eletrônicos biométricos nos aeroportos de Larnaca e Pafos, bem como pela ligação das bases de dados policiais ao Sistema de Informação Schengen (SIS). A missão de avaliação que se avizinha, afirmou, levará em conta as “circunstâncias especiais” da ilha, sem comprometer os padrões de segurança.
Chipre é o único Estado-membro da UE, além da Irlanda que optou por não aderir, que permanece fora do Schengen. Grupos empresariais há muito defendem que essa exclusão gera um custo oculto à mobilidade: executivos que viajam de Nicósia para Paris, por exemplo, ainda enfrentam controles de passaporte na chegada, complicando notificações de trabalhadores destacados e aumentando o tempo total de deslocamento. A adesão eliminaria essas formalidades para viagens dentro da UE e permitiria aos titulares de autorização de residência cipriota a livre circulação por outros 25 países.
Segundo planos de contingência partilhados com as companhias aéreas, os agentes de fronteira irão reforçar o efetivo nos pontos de passagem da Linha Verde durante o ano de transição, para tranquilizar os Estados parceiros de que os movimentos secundários provenientes do norte controlado pela Turquia permanecem sob controlo. As multinacionais devem informar seus funcionários de que a linha de cessar-fogo manterá seu estatuto legal; a entrada pelo norte continuará limitada a pontos de controlo designados, mesmo após a entrada no Schengen.
Se a avaliação decorrer conforme o previsto, Chipre poderá eliminar os controlos nas fronteiras aéreas e marítimas já em dezembro de 2026, a tempo do pico das viagens de férias — uma boa notícia para operadores turísticos e empresas internacionais.
Brunner elogiou Chipre pela instalação de portões eletrônicos biométricos nos aeroportos de Larnaca e Pafos, bem como pela ligação das bases de dados policiais ao Sistema de Informação Schengen (SIS). A missão de avaliação que se avizinha, afirmou, levará em conta as “circunstâncias especiais” da ilha, sem comprometer os padrões de segurança.
Chipre é o único Estado-membro da UE, além da Irlanda que optou por não aderir, que permanece fora do Schengen. Grupos empresariais há muito defendem que essa exclusão gera um custo oculto à mobilidade: executivos que viajam de Nicósia para Paris, por exemplo, ainda enfrentam controles de passaporte na chegada, complicando notificações de trabalhadores destacados e aumentando o tempo total de deslocamento. A adesão eliminaria essas formalidades para viagens dentro da UE e permitiria aos titulares de autorização de residência cipriota a livre circulação por outros 25 países.
Segundo planos de contingência partilhados com as companhias aéreas, os agentes de fronteira irão reforçar o efetivo nos pontos de passagem da Linha Verde durante o ano de transição, para tranquilizar os Estados parceiros de que os movimentos secundários provenientes do norte controlado pela Turquia permanecem sob controlo. As multinacionais devem informar seus funcionários de que a linha de cessar-fogo manterá seu estatuto legal; a entrada pelo norte continuará limitada a pontos de controlo designados, mesmo após a entrada no Schengen.
Se a avaliação decorrer conforme o previsto, Chipre poderá eliminar os controlos nas fronteiras aéreas e marítimas já em dezembro de 2026, a tempo do pico das viagens de férias — uma boa notícia para operadores turísticos e empresas internacionais.
Fonte: SigmaLive English
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