
No seu primeiro "ASQA Update" de 2026, divulgado em 23 de fevereiro, a Australian Skills Quality Authority destacou as próximas alterações na Lei de Serviços Educacionais para Estudantes Estrangeiros (ESOS) de 2000 e uma nova Declaração de Implementação de Recuperação de Custos. O órgão regulador sinalizou que, a partir de 1º de julho, os provedores que matricularem estudantes internacionais enfrentarão taxas de auditoria mais altas e participação obrigatória em pilotos de correspondência digital de dados com o Departamento de Assuntos Internos.
As mudanças acompanham a rápida recuperação no número de estudantes estrangeiros no ano passado — agora a segunda maior componente da migração líquida internacional — e visam eliminar “faculdades fantasmas” que emitem cartas de Confirmação de Matrícula (CoE) falsas. Os provedores deverão verificar a frequência por meio de registros em tempo real dos sistemas de gestão de aprendizagem e reportar adiamentos de curso em até 72 horas.
Para universidades e TAFEs, a maior mudança operacional é o limite proposto para matrículas simultâneas: um estudante poderá ter no máximo dois CoEs ativos, fechando uma brecha frequentemente usada para estender a duração do visto. Instituições que oferecem cursos combinados de inglês e formação profissional precisarão redesenhar os caminhos acadêmicos para não violar esse limite.
A ASQA realizará webinars ao longo de março, antes da Declaração Anual de Conformidade, que deve ser entregue até 31 de março. Agentes educacionais são aconselhados a revisar suas declarações de marketing; as penalidades por informações enganosas sobre direitos de trabalho sob vistos de estudante devem dobrar para A$166.000 por infração assim que as alterações forem aprovadas.
Equipes de mobilidade corporativa que realocam funcionários com filhos dependentes devem estar atentas: a fiscalização mais rigorosa dos provedores pode atrasar a emissão dos CoEs necessários para vistos de estudante Subclasse 500. Recomenda-se a aplicação antecipada para a entrada de julho.
As mudanças acompanham a rápida recuperação no número de estudantes estrangeiros no ano passado — agora a segunda maior componente da migração líquida internacional — e visam eliminar “faculdades fantasmas” que emitem cartas de Confirmação de Matrícula (CoE) falsas. Os provedores deverão verificar a frequência por meio de registros em tempo real dos sistemas de gestão de aprendizagem e reportar adiamentos de curso em até 72 horas.
Para universidades e TAFEs, a maior mudança operacional é o limite proposto para matrículas simultâneas: um estudante poderá ter no máximo dois CoEs ativos, fechando uma brecha frequentemente usada para estender a duração do visto. Instituições que oferecem cursos combinados de inglês e formação profissional precisarão redesenhar os caminhos acadêmicos para não violar esse limite.
A ASQA realizará webinars ao longo de março, antes da Declaração Anual de Conformidade, que deve ser entregue até 31 de março. Agentes educacionais são aconselhados a revisar suas declarações de marketing; as penalidades por informações enganosas sobre direitos de trabalho sob vistos de estudante devem dobrar para A$166.000 por infração assim que as alterações forem aprovadas.
Equipes de mobilidade corporativa que realocam funcionários com filhos dependentes devem estar atentas: a fiscalização mais rigorosa dos provedores pode atrasar a emissão dos CoEs necessários para vistos de estudante Subclasse 500. Recomenda-se a aplicação antecipada para a entrada de julho.