
Em um marco para a tecnologia de gestão de fronteiras, o Reino Unido desativou em 25 de fevereiro de 2026 suas últimas impressoras de “vignettes”. A partir dessa data, toda autorização de imigração — seja visto de visitante de curta duração, permissão de trabalho ou documento de residência — é emitida exclusivamente em formato digital, vinculada ao passaporte do viajante. Cidadãos isentos de visto, como os brasileiros, precisam agora obter a nova Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) antes de embarcar em voos, balsas ou trens com destino ao Reino Unido. Companhias aéreas e operadoras ferroviárias realizam verificações antecipadas de passageiros (API) contra o banco de dados do Home Office e negam o embarque caso o passaporte não esteja associado a um eVisa ou ETA válido.
Essa mudança conclui o programa “Border 2025” do Home Office, lançado há três anos para reforçar a segurança e avançar rumo a uma fronteira totalmente sem contato. Mais de 19 milhões de ETAs foram emitidas durante a implementação gradual; autoridades afirmam que o sistema está agora estável para aplicação universal. Os viajantes solicitam a autorização por meio de um aplicativo móvel que captura dados biográficos e faz um escaneamento facial ao vivo; a maioria das aprovações é concedida em minutos, embora o Home Office recomende um prazo de até três dias úteis.
Para empresas brasileiras, o impacto operacional é duplo. Primeiro, qualquer alteração no passaporte — até mesmo uma renovação durante a missão — exige a atualização do registro vinculado ao ETA ou eVisa, adicionando uma etapa extra de conformidade para as equipes de mobilidade. Segundo, visitantes com destino ao Reino Unido precisam reservar tempo e um custo de £16 para obter a ETA com antecedência. Empresas que enviam funcionários com frequência, nos setores de energia, fintech e serviços jurídicos, relataram ao Global Mobility News que incorporaram uma verificação automática da ETA em seus fluxos de solicitação de viagem para evitar impedimentos de última hora.
As companhias aéreas também enfrentam novas responsabilidades: multas de até £10.000 por passageiro não elegível foram introduzidas por “falha na verificação do status digital”. A maioria das empresas aéreas atualizou seus Sistemas de Controle de Partida, mas transportadoras latino-americanas menores que operam em código compartilhado em Heathrow afirmam que continuarão usando consultas manuais até que as atualizações de software sejam certificadas.
Olhando para o futuro, a agência UK Visas & Immigration (UKVI) planeja migrar os Cartões de Residência Biométricos (BRPs) para o formato eVisa até 2027, eliminando completamente os documentos físicos. Advogados de imigração recomendam que empregadores de brasileiros com BRPs comecem agora a auditar os vínculos entre passaportes e contas digitais.
Essa mudança conclui o programa “Border 2025” do Home Office, lançado há três anos para reforçar a segurança e avançar rumo a uma fronteira totalmente sem contato. Mais de 19 milhões de ETAs foram emitidas durante a implementação gradual; autoridades afirmam que o sistema está agora estável para aplicação universal. Os viajantes solicitam a autorização por meio de um aplicativo móvel que captura dados biográficos e faz um escaneamento facial ao vivo; a maioria das aprovações é concedida em minutos, embora o Home Office recomende um prazo de até três dias úteis.
Para empresas brasileiras, o impacto operacional é duplo. Primeiro, qualquer alteração no passaporte — até mesmo uma renovação durante a missão — exige a atualização do registro vinculado ao ETA ou eVisa, adicionando uma etapa extra de conformidade para as equipes de mobilidade. Segundo, visitantes com destino ao Reino Unido precisam reservar tempo e um custo de £16 para obter a ETA com antecedência. Empresas que enviam funcionários com frequência, nos setores de energia, fintech e serviços jurídicos, relataram ao Global Mobility News que incorporaram uma verificação automática da ETA em seus fluxos de solicitação de viagem para evitar impedimentos de última hora.
As companhias aéreas também enfrentam novas responsabilidades: multas de até £10.000 por passageiro não elegível foram introduzidas por “falha na verificação do status digital”. A maioria das empresas aéreas atualizou seus Sistemas de Controle de Partida, mas transportadoras latino-americanas menores que operam em código compartilhado em Heathrow afirmam que continuarão usando consultas manuais até que as atualizações de software sejam certificadas.
Olhando para o futuro, a agência UK Visas & Immigration (UKVI) planeja migrar os Cartões de Residência Biométricos (BRPs) para o formato eVisa até 2027, eliminando completamente os documentos físicos. Advogados de imigração recomendam que empregadores de brasileiros com BRPs comecem agora a auditar os vínculos entre passaportes e contas digitais.
Fonte: Travel And Tour World
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