
A União Europeia confirmou discretamente em 26 de fevereiro de 2026 que o lançamento do tão aguardado Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) será adiado novamente — desta vez para “pelo menos 2027”. A notícia, publicada no boletim diário The Portugal Brief, voltado para expatriados em Portugal, decorre dos atrasos contínuos no sistema biométrico de fronteira Entry/Exit System (EES), do qual o ETIAS depende.
Para o Brasil, o adiamento elimina a camada extra imediata de burocracia para cerca de dois milhões de viagens anuais à Área Schengen. Com o ETIAS, os portadores de passaporte brasileiro — atualmente isentos de visto por até 90 dias — teriam que solicitar a autorização online, pagar €7 e obter aprovação antes de embarcar. Companhias aéreas e agências de viagem já alertavam para possíveis confusões, falhas no check-in e conexões perdidas durante o primeiro Carnaval e os picos do verão europeu após a implementação.
Os viajantes a negócios também respiram aliviados. O ETIAS exigiria que cada visita de última hora — apresentações para clientes em Madri, reuniões de diretoria em Paris, feiras em Frankfurt — passasse pelo novo sistema, aumentando custos e prazos administrativos. Com o adiamento, empresas brasileiras podem continuar enviando funcionários para a Europa no mesmo dia, enquanto as equipes de mobilidade mantêm o foco no cumprimento dos programas separados de autorização eletrônica do Reino Unido (ETA) e na renovação do ESTA dos EUA.
O atraso, porém, não significa que o ETIAS foi descartado. A Comissão Europeia ainda planeja implementar o mecanismo de triagem de segurança para todas as nacionalidades isentas de visto, incluindo o Brasil, para verificar preventivamente os viajantes contra listas de vigilância. Por isso, as companhias aéreas precisam manter equipes preparadas para atualizações de API e treinamentos assim que uma data definitiva for anunciada. Os viajantes também devem esperar que a taxa de €7 seja ajustada pela inflação antes do lançamento.
Até lá, o status quo permanece: portadores de passaporte brasileiro podem reservar voos de última hora, entrar em qualquer um dos 29 países do Espaço Schengen apenas com o passaporte carimbado na chegada e permanecer por até 90 dias em um período de 180 dias. Consultores de mobilidade devem lembrar os viajantes frequentes a monitorar manualmente ou por aplicativos móveis o saldo de dias no Schengen, pois permanências além do permitido continuam sujeitas a multas e futuras proibições de entrada — mesmo sem o ETIAS em vigor.
Para o Brasil, o adiamento elimina a camada extra imediata de burocracia para cerca de dois milhões de viagens anuais à Área Schengen. Com o ETIAS, os portadores de passaporte brasileiro — atualmente isentos de visto por até 90 dias — teriam que solicitar a autorização online, pagar €7 e obter aprovação antes de embarcar. Companhias aéreas e agências de viagem já alertavam para possíveis confusões, falhas no check-in e conexões perdidas durante o primeiro Carnaval e os picos do verão europeu após a implementação.
Os viajantes a negócios também respiram aliviados. O ETIAS exigiria que cada visita de última hora — apresentações para clientes em Madri, reuniões de diretoria em Paris, feiras em Frankfurt — passasse pelo novo sistema, aumentando custos e prazos administrativos. Com o adiamento, empresas brasileiras podem continuar enviando funcionários para a Europa no mesmo dia, enquanto as equipes de mobilidade mantêm o foco no cumprimento dos programas separados de autorização eletrônica do Reino Unido (ETA) e na renovação do ESTA dos EUA.
O atraso, porém, não significa que o ETIAS foi descartado. A Comissão Europeia ainda planeja implementar o mecanismo de triagem de segurança para todas as nacionalidades isentas de visto, incluindo o Brasil, para verificar preventivamente os viajantes contra listas de vigilância. Por isso, as companhias aéreas precisam manter equipes preparadas para atualizações de API e treinamentos assim que uma data definitiva for anunciada. Os viajantes também devem esperar que a taxa de €7 seja ajustada pela inflação antes do lançamento.
Até lá, o status quo permanece: portadores de passaporte brasileiro podem reservar voos de última hora, entrar em qualquer um dos 29 países do Espaço Schengen apenas com o passaporte carimbado na chegada e permanecer por até 90 dias em um período de 180 dias. Consultores de mobilidade devem lembrar os viajantes frequentes a monitorar manualmente ou por aplicativos móveis o saldo de dias no Schengen, pois permanências além do permitido continuam sujeitas a multas e futuras proibições de entrada — mesmo sem o ETIAS em vigor.
Fonte: The Portugal Brief