
Les Entreprises du Voyage (EDV) e o SETO, Sindicato das Empresas de Operação Turística, emitiram em 11 de março um comunicado conjunto incomum recomendando que os operadores turísticos franceses suspendam todas as partidas de pacotes turísticos para nove destinos do Oriente Médio — Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Omã e Catar — pelo menos até 31 de março. A recomendação reflete a crescente volatilidade do espaço aéreo, fechamentos parciais de aeroportos e variações nos prêmios de seguro após recentes tensões geopolíticas na região. Embora o aviso não seja obrigatório, a maioria dos grandes operadores turísticos franceses imediatamente suspendeu as vendas e começou a contatar clientes com datas de partida antes de abril.
De acordo com a legislação francesa de proteção ao consumidor, os viajantes têm direito ao reembolso total ou ao adiamento sem custos quando o organizador cancela um pacote devido a “circunstâncias excepcionais e inevitáveis”. As companhias aéreas que operam bilhetes ponto a ponto não são obrigadas a seguir essa política, o que dificulta o reembolso para quem comprou apenas passagens aéreas.
Gestores de viagens corporativas com equipes em países do Golfo enfrentam agora um dilema: o comunicado do EDV isenta “viagens de negócios essenciais”, mas as seguradoras estão analisando cuidadosamente as cláusulas relacionadas a “riscos de guerra”. Multinacionais estão revisando protocolos de duty of care, desde check-ins locais até planos de evacuação, além de consultar advogados locais sobre a possibilidade de extensão de vistos caso os funcionários precisem permanecer no local.
O comunicado também traz implicações fiscais para a mobilidade. Funcionários retidos no Golfo correm o risco de ultrapassar limites de estabelecimento permanente ou dias para tributação no país anfitrião. Consultores fiscais franceses recomendam manter registros detalhados dos dias e explorar acordos de tratados para alívio fiscal, quando aplicável.
EDV e SETO vão reavaliar a recomendação em 28 de março, destacando a necessidade de “mercados de seguros de aviação estáveis e alocações previsíveis de slots” para que os viajantes possam ser redirecionados com segurança. Até lá, a mensagem do setor turístico francês é clara: adiar grupos de lazer e aplicar avaliações de risco rigorosas para viagens de negócios indispensáveis.
De acordo com a legislação francesa de proteção ao consumidor, os viajantes têm direito ao reembolso total ou ao adiamento sem custos quando o organizador cancela um pacote devido a “circunstâncias excepcionais e inevitáveis”. As companhias aéreas que operam bilhetes ponto a ponto não são obrigadas a seguir essa política, o que dificulta o reembolso para quem comprou apenas passagens aéreas.
Gestores de viagens corporativas com equipes em países do Golfo enfrentam agora um dilema: o comunicado do EDV isenta “viagens de negócios essenciais”, mas as seguradoras estão analisando cuidadosamente as cláusulas relacionadas a “riscos de guerra”. Multinacionais estão revisando protocolos de duty of care, desde check-ins locais até planos de evacuação, além de consultar advogados locais sobre a possibilidade de extensão de vistos caso os funcionários precisem permanecer no local.
O comunicado também traz implicações fiscais para a mobilidade. Funcionários retidos no Golfo correm o risco de ultrapassar limites de estabelecimento permanente ou dias para tributação no país anfitrião. Consultores fiscais franceses recomendam manter registros detalhados dos dias e explorar acordos de tratados para alívio fiscal, quando aplicável.
EDV e SETO vão reavaliar a recomendação em 28 de março, destacando a necessidade de “mercados de seguros de aviação estáveis e alocações previsíveis de slots” para que os viajantes possam ser redirecionados com segurança. Até lá, a mensagem do setor turístico francês é clara: adiar grupos de lazer e aplicar avaliações de risco rigorosas para viagens de negócios indispensáveis.
Fonte: TourMaG
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