
O custo da nova Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) do Reino Unido subiu de £16 para £20 a partir de 8 de abril de 2026 — o primeiro aumento desde o lançamento da permissão digital, há 18 meses. O Ministério do Interior confirmou a mudança em uma ficha técnica atualizada e tabela de taxas divulgadas durante a noite, e as companhias aéreas foram instruídas a aplicar a nova tarifa a partir das 00h01 BST.
Embora o aumento de £4 pareça pequeno, ele representa um acréscimo de £16 para uma família de quatro pessoas e se soma à inflação geral das taxas de visto. Viajantes de 85 países isentos de visto — incluindo Estados Unidos, Canadá e todos os países da UE — agora precisam obrigatoriamente da ETA antes de embarcar para o Reino Unido, mesmo em voos de conexão que exigem passar pelo controle de passaportes.
Cidadãos indianos, que já precisam de visto de visitante, na maioria dos casos também terão que obter a ETA após a aprovação do visto, adicionando uma camada extra de custo e burocracia. O Ministério do Interior justifica o aumento afirmando que o valor reflete “melhorias em cibersegurança e manutenção do sistema”.
Por outro lado, as companhias aéreas destacam que o eTA do Canadá ainda custa CA$7 e o ESTA dos EUA US$21, tornando o sistema britânico o mais caro entre os principais programas de ETA. Entidades do setor de turismo temem que a percepção de “cobranças excessivas” possa reduzir a demanda por viagens curtas a cidades, especialmente em mercados sensíveis a preços, como Espanha e Polônia.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: garantir que os viajantes paguem a taxa correta (recibos antigos de £16 serão rejeitados no check-in das companhias aéreas) e verificar que os dados do passaporte na ETA correspondam exatamente ao documento apresentado. Discrepâncias causaram mais de 12 mil embarques negados no último trimestre, segundo estatísticas da Border Force.
Embora o aumento de £4 pareça pequeno, ele representa um acréscimo de £16 para uma família de quatro pessoas e se soma à inflação geral das taxas de visto. Viajantes de 85 países isentos de visto — incluindo Estados Unidos, Canadá e todos os países da UE — agora precisam obrigatoriamente da ETA antes de embarcar para o Reino Unido, mesmo em voos de conexão que exigem passar pelo controle de passaportes.
Cidadãos indianos, que já precisam de visto de visitante, na maioria dos casos também terão que obter a ETA após a aprovação do visto, adicionando uma camada extra de custo e burocracia. O Ministério do Interior justifica o aumento afirmando que o valor reflete “melhorias em cibersegurança e manutenção do sistema”.
Por outro lado, as companhias aéreas destacam que o eTA do Canadá ainda custa CA$7 e o ESTA dos EUA US$21, tornando o sistema britânico o mais caro entre os principais programas de ETA. Entidades do setor de turismo temem que a percepção de “cobranças excessivas” possa reduzir a demanda por viagens curtas a cidades, especialmente em mercados sensíveis a preços, como Espanha e Polônia.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: garantir que os viajantes paguem a taxa correta (recibos antigos de £16 serão rejeitados no check-in das companhias aéreas) e verificar que os dados do passaporte na ETA correspondam exatamente ao documento apresentado. Discrepâncias causaram mais de 12 mil embarques negados no último trimestre, segundo estatísticas da Border Force.
Fonte: The Financial Express