
Brasil e Estados Unidos lançam pacto histórico de segurança focado nas rotas de armas ilegais, drogas e produtos falsificados que passam pelos principais aeroportos e portos brasileiros. Assinado em Brasília, no dia 10 de abril de 2026, pelo ministro da Fazenda Dario Durigan e autoridades seniores da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, o acordo cria uma “Equipe Mútua de Interdição” permanente.
No centro do pacto está o DESARMA, uma plataforma de dados compartilhados que permitirá aos agentes alfandegários dos dois países analisar manifestos de carga em tempo real, cruzar números de série e identificar rotas suspeitas antes mesmo que os contêineres saiam dos armazéns americanos. A fase piloto será focada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde as apreensões de drogas saltaram de 89 kg em 2024 para mais de 1,5 tonelada no primeiro trimestre de 2026.
Para multinacionais que dependem dos corredores de carga aérea do Brasil — e para equipes corporativas que viajam pelos aeroportos de São Paulo — a iniciativa traz benefícios concretos. Inspeções conjuntas e mais rápidas devem reduzir retenções de última hora em cargas legítimas, ao mesmo tempo em que permitem às autoridades focar em remessas de alto risco. Transportadoras já foram convidadas a aderir a uma via rápida para “operadores econômicos autorizados”, modelo inspirado no programa C-TPAT dos EUA.
O pacto também indica uma melhora nas relações políticas, que esfriaram após Washington impor tarifas de 50% sobre metais brasileiros no ano passado. Agora, ambos os lados veem a equipe de interdição como prova de que crescimento econômico e segurança podem avançar juntos.
Consultores de viagens corporativas alertam, porém, que o aumento na fiscalização pode resultar em tempos mínimos de conexão mais longos em Guarulhos e Viracopos até que os novos equipamentos de raio-x estejam totalmente calibrados ainda este ano. Empresas com cadeias de suprimentos regionais devem revisar se seus exportadores americanos declaram corretamente itens de uso dual e atualizar faturas comerciais com códigos harmonizados. A falha nessas etapas pode disparar alertas automáticos do DESARMA e causar atrasos caros nas entregas quando o sistema for implementado em toda a rede, em julho de 2026.
No centro do pacto está o DESARMA, uma plataforma de dados compartilhados que permitirá aos agentes alfandegários dos dois países analisar manifestos de carga em tempo real, cruzar números de série e identificar rotas suspeitas antes mesmo que os contêineres saiam dos armazéns americanos. A fase piloto será focada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde as apreensões de drogas saltaram de 89 kg em 2024 para mais de 1,5 tonelada no primeiro trimestre de 2026.
Para multinacionais que dependem dos corredores de carga aérea do Brasil — e para equipes corporativas que viajam pelos aeroportos de São Paulo — a iniciativa traz benefícios concretos. Inspeções conjuntas e mais rápidas devem reduzir retenções de última hora em cargas legítimas, ao mesmo tempo em que permitem às autoridades focar em remessas de alto risco. Transportadoras já foram convidadas a aderir a uma via rápida para “operadores econômicos autorizados”, modelo inspirado no programa C-TPAT dos EUA.
O pacto também indica uma melhora nas relações políticas, que esfriaram após Washington impor tarifas de 50% sobre metais brasileiros no ano passado. Agora, ambos os lados veem a equipe de interdição como prova de que crescimento econômico e segurança podem avançar juntos.
Consultores de viagens corporativas alertam, porém, que o aumento na fiscalização pode resultar em tempos mínimos de conexão mais longos em Guarulhos e Viracopos até que os novos equipamentos de raio-x estejam totalmente calibrados ainda este ano. Empresas com cadeias de suprimentos regionais devem revisar se seus exportadores americanos declaram corretamente itens de uso dual e atualizar faturas comerciais com códigos harmonizados. A falha nessas etapas pode disparar alertas automáticos do DESARMA e causar atrasos caros nas entregas quando o sistema for implementado em toda a rede, em julho de 2026.
Fonte: Agencia EFE
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