
O Ministério do Interior da Índia implementou uma atualização muito aguardada no seu sistema de autorização eletrônica de viagem (e-TV): o visto eletrônico de turista de 30 dias (categoria e-T1) agora permite múltiplas entradas, em vez do limite anterior de duas entradas. Segundo o site especializado Body and Soul International, todas as aprovações e-T1 emitidas a partir de 12 de junho de 2026 já trazem essa nova anotação. Para os gestores de mobilidade corporativa, essa mudança elimina uma dificuldade antiga. Programas de curta duração, como incentivos ou treinamentos de liderança que envolvem entradas e saídas frequentes da Índia — por exemplo, Delhi–Kathmandu–Goa — antes exigiam um controle rigoroso das entradas ou a contratação do visto eletrônico e-T3, válido por um ano e muito mais caro. Com as novas regras, os viajantes podem sair e entrar na Índia quantas vezes quiserem dentro do período de validade de 30 dias do visto, desde que a primeira entrada ocorra em até quatro meses após a aprovação.
Contexto: A Índia reabriu sua plataforma de e-visa em etapas após a pandemia, restabelecendo a opção de 30 dias apenas no final de 2024. A demanda disparou: o Ministério do Turismo registrou 2,8 milhões de chegadas com e-visa no ano fiscal 2025-26, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Essa nova flexibilidade aproxima a oferta indiana dos modelos da Tailândia e do Vietnã, que já emitem vistos eletrônicos turísticos com múltiplas entradas.
Implicações práticas: As equipes de RH e viagens agora podem organizar conferências regionais na Índia sem precisar emitir vistos adicionais, desde que o programa completo termine dentro dos 30 dias da primeira entrada. Companhias aéreas com hubs de sexta liberdade — como Singapore Airlines, Emirates e Qatar Airways — devem intensificar a promoção de roteiros “Índia +1” em seus catálogos para eventos MICE.
Dicas de conformidade: A exigência de captura biométrica na chegada e a multa de ₹10.000 por permanência além do prazo continuam válidas. Os viajantes devem portar uma cópia impressa ou digital da aprovação do ETA e comprovar passagem de saída ou retorno a cada reentrada.
Contexto: A Índia reabriu sua plataforma de e-visa em etapas após a pandemia, restabelecendo a opção de 30 dias apenas no final de 2024. A demanda disparou: o Ministério do Turismo registrou 2,8 milhões de chegadas com e-visa no ano fiscal 2025-26, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Essa nova flexibilidade aproxima a oferta indiana dos modelos da Tailândia e do Vietnã, que já emitem vistos eletrônicos turísticos com múltiplas entradas.
Implicações práticas: As equipes de RH e viagens agora podem organizar conferências regionais na Índia sem precisar emitir vistos adicionais, desde que o programa completo termine dentro dos 30 dias da primeira entrada. Companhias aéreas com hubs de sexta liberdade — como Singapore Airlines, Emirates e Qatar Airways — devem intensificar a promoção de roteiros “Índia +1” em seus catálogos para eventos MICE.
Dicas de conformidade: A exigência de captura biométrica na chegada e a multa de ₹10.000 por permanência além do prazo continuam válidas. Os viajantes devem portar uma cópia impressa ou digital da aprovação do ETA e comprovar passagem de saída ou retorno a cada reentrada.
Fonte: Body and Soul International
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