
Comissários de bordo, pilotos e equipe de solo da ITA Airways entraram em greve por 24 horas no dia 30 de junho, após o fracasso nas negociações sobre salários e regras de descanso. A paralisação resultou em centenas de cancelamentos e redirecionamentos de voos de longa distância que normalmente operam pelos hubs de Roma Fiumicino e Milão Linate. Organizada pelos sindicatos Filt-Cgil, Fit-Cisl e Uiltrasporti, a greve começou à 00h01 no horário local e ocorreu fora dos chamados “períodos protegidos” na Itália, garantindo apenas um número mínimo de voos domésticos antes das 7h e entre 19h e 22h.
A ITA antecipou o cancelamento de 145 trechos de curta e média distância e reagrupou várias rotações para a América do Norte, realocando tripulações de aeronaves de grande porte. Viajantes a negócios enfrentaram janelas médias de remarcação entre 36 e 48 horas, com parceiros da aliança Oneworld oferecendo rotas alternativas via Madri e Londres. Empresas participantes do programa corporativo da ITA podem solicitar reembolso ou alterações sem penalidade em até sete dias, conforme a política de contingência da companhia; gerentes de duty-of-care devem garantir que os viajantes recebam os vouchers de assistência previstos no regulamento europeu EU261.
Os sindicatos afirmam que a inflação corroeu os salários reais desde o lançamento da ITA em 2021, enquanto a direção da empresa argumenta que uma nova tabela salarial só será negociada após a aprovação da aquisição majoritária pela Lufthansa, que ainda aguarda análise antitruste. Novas greves de quatro horas estão previstas para 23 de julho caso as negociações não sejam retomadas. Funcionários internacionais e equipes de mobilidade devem acompanhar os calendários de greve, incluir dias de folga nos roteiros durante o pico do verão e lembrar que pedidos de compensação devem ser feitos individualmente, não por meio de agências de viagem.
A ITA antecipou o cancelamento de 145 trechos de curta e média distância e reagrupou várias rotações para a América do Norte, realocando tripulações de aeronaves de grande porte. Viajantes a negócios enfrentaram janelas médias de remarcação entre 36 e 48 horas, com parceiros da aliança Oneworld oferecendo rotas alternativas via Madri e Londres. Empresas participantes do programa corporativo da ITA podem solicitar reembolso ou alterações sem penalidade em até sete dias, conforme a política de contingência da companhia; gerentes de duty-of-care devem garantir que os viajantes recebam os vouchers de assistência previstos no regulamento europeu EU261.
Os sindicatos afirmam que a inflação corroeu os salários reais desde o lançamento da ITA em 2021, enquanto a direção da empresa argumenta que uma nova tabela salarial só será negociada após a aprovação da aquisição majoritária pela Lufthansa, que ainda aguarda análise antitruste. Novas greves de quatro horas estão previstas para 23 de julho caso as negociações não sejam retomadas. Funcionários internacionais e equipes de mobilidade devem acompanhar os calendários de greve, incluir dias de folga nos roteiros durante o pico do verão e lembrar que pedidos de compensação devem ser feitos individualmente, não por meio de agências de viagem.
Fonte: AK&M Newswire
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