
Passageiros com voos marcados para domingo entre Alemanha e Itália enfrentaram cancelamentos e atrasos generalizados após várias sindicatos italianos da aviação iniciarem uma greve nacional de 24 horas. A paralisação, convocada pelo Cub Trasporti e apoiada pelos sindicatos de pilotos e comissários da EasyJet, ocorre das 00h00 às 23h59 do dia 5 de julho. Horários protegidos (07h00–10h00 e 18h00–21h00) garantem uma operação mínima, mas as companhias alemãs relatam efeitos em cascata: a Lufthansa cancelou 24 voos de Frankfurt e Munique para Milão, Roma e Nápoles, enquanto a Eurowings suspendeu oito serviços de Düsseldorf e Hamburgo.
Segundo o Regulamento da UE 261/2004, greves de prestadores de serviços terceirizados são consideradas “circunstâncias extraordinárias”, portanto as companhias aéreas devem remarcar ou reembolsar, mas não são obrigadas a pagar indenizações. Ainda assim, viajantes a negócios podem ter que passar a noite fora, já que assentos alternativos são escassos durante o pico das férias escolares na Alemanha. Empresas de gestão de viagens recomendam que clientes optem pelo trem nos trajetos Munique–Verona e Frankfurt–Milão, quando possível.
O transporte de cargas também é afetado. Agentes de carga baseados em Milão afirmam que mercadorias perecíveis e peças de reposição de alto valor, que passam pelos voos noturnos de Frankfurt, perderão os prazos para transporte rodoviário, podendo atrasar entregas just-in-time para fábricas automotivas alemãs na segunda-feira. Empresas que utilizam a admissão temporária (carnê ATA) para equipamentos de feiras comerciais devem monitorar a validade caso o material fique armazenado por mais tempo na Itália.
Operadoras turísticas alemãs pedem ao Ministério das Relações Exteriores que reabra as negociações bilaterais sobre acordos de serviço mínimo, semelhantes aos que a Alemanha mantém com Espanha e França. Até lá, gestores de mobilidade devem acompanhar os calendários de greve italianos — os sindicatos ameaçam uma nova paralisação de 48 horas em agosto caso as negociações salariais não avancem.
Segundo o Regulamento da UE 261/2004, greves de prestadores de serviços terceirizados são consideradas “circunstâncias extraordinárias”, portanto as companhias aéreas devem remarcar ou reembolsar, mas não são obrigadas a pagar indenizações. Ainda assim, viajantes a negócios podem ter que passar a noite fora, já que assentos alternativos são escassos durante o pico das férias escolares na Alemanha. Empresas de gestão de viagens recomendam que clientes optem pelo trem nos trajetos Munique–Verona e Frankfurt–Milão, quando possível.
O transporte de cargas também é afetado. Agentes de carga baseados em Milão afirmam que mercadorias perecíveis e peças de reposição de alto valor, que passam pelos voos noturnos de Frankfurt, perderão os prazos para transporte rodoviário, podendo atrasar entregas just-in-time para fábricas automotivas alemãs na segunda-feira. Empresas que utilizam a admissão temporária (carnê ATA) para equipamentos de feiras comerciais devem monitorar a validade caso o material fique armazenado por mais tempo na Itália.
Operadoras turísticas alemãs pedem ao Ministério das Relações Exteriores que reabra as negociações bilaterais sobre acordos de serviço mínimo, semelhantes aos que a Alemanha mantém com Espanha e França. Até lá, gestores de mobilidade devem acompanhar os calendários de greve italianos — os sindicatos ameaçam uma nova paralisação de 48 horas em agosto caso as negociações salariais não avancem.
Fonte: Agenzia Nova