
Várias plataformas digitais federais — incluindo o Portal Único Siscomex, Compras.gov.br, SICAF e o sistema de autorização de viagens SCDP — ficaram fora do ar às 07h, horário de Brasília, em 25 de julho, como parte da migração planejada para o novo formato alfanumérico do CNPJ no Brasil. A manutenção está prevista para durar até as 07h de segunda-feira, 27 de julho. Durante esse período, os ministérios adotaram procedimentos manuais ou contingenciais para registros de importação/exportação, aprovações de viagens governamentais e pagamentos de compras públicas.
Para empresas globais, o maior impacto na mobilidade vem da indisponibilidade do Siscomex. Importadores que não tenham feito a declaração eletrônica antes do prazo devem agora usar o formulário antigo, Declaração Simplificada de Importação (DSI), o que pode atrasar o desembaraço aduaneiro em 24 a 48 horas. Remessas urgentes, comuns em projetos de petróleo, gás e manufatura, enfrentam gargalos semelhantes em portos e aeroportos devido ao uso de papel.
Agências domésticas também estão processando manualmente diárias de viagem e compra de passagens aéreas para servidores federais via fluxo alternativo do SCDP. Empresas que destacam funcionários para ministérios brasileiros ou dependem de inspeções conjuntas podem ter reuniões remarcadas caso as passagens não sejam emitidas até a retomada dos sistemas.
O Ministério da Economia defende a atualização como essencial: o CNPJ alfanumérico abre caminho para identificadores empresariais harmonizados, compatíveis com padrões da OCDE e documentos comerciais em blockchain transfronteiriços. No entanto, entidades do setor, como a Associação Logística Brasil, criticam a escolha de um fim de semana de pico no transporte para a migração e pedem períodos mais longos de operação paralela em futuros projetos de TI.
Para profissionais de mobilidade, a recomendação é verificar se os serviços de courier já protocolaram a documentação DSI ou DSE, ajustar prazos de entrega e monitorar as filas de reservas aéreas para blocos tarifários governamentais, que podem ser liberados para o inventário comercial assim que o SCDP voltar ao ar.
Para empresas globais, o maior impacto na mobilidade vem da indisponibilidade do Siscomex. Importadores que não tenham feito a declaração eletrônica antes do prazo devem agora usar o formulário antigo, Declaração Simplificada de Importação (DSI), o que pode atrasar o desembaraço aduaneiro em 24 a 48 horas. Remessas urgentes, comuns em projetos de petróleo, gás e manufatura, enfrentam gargalos semelhantes em portos e aeroportos devido ao uso de papel.
Agências domésticas também estão processando manualmente diárias de viagem e compra de passagens aéreas para servidores federais via fluxo alternativo do SCDP. Empresas que destacam funcionários para ministérios brasileiros ou dependem de inspeções conjuntas podem ter reuniões remarcadas caso as passagens não sejam emitidas até a retomada dos sistemas.
O Ministério da Economia defende a atualização como essencial: o CNPJ alfanumérico abre caminho para identificadores empresariais harmonizados, compatíveis com padrões da OCDE e documentos comerciais em blockchain transfronteiriços. No entanto, entidades do setor, como a Associação Logística Brasil, criticam a escolha de um fim de semana de pico no transporte para a migração e pedem períodos mais longos de operação paralela em futuros projetos de TI.
Para profissionais de mobilidade, a recomendação é verificar se os serviços de courier já protocolaram a documentação DSI ou DSE, ajustar prazos de entrega e monitorar as filas de reservas aéreas para blocos tarifários governamentais, que podem ser liberados para o inventário comercial assim que o SCDP voltar ao ar.