
A Comissão Europeia emitiu novas orientações sobre quais viajantes são — e quais não são — registrados no novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da UE. Em um boletim datado de 27 de julho de 2026, Bruxelas lembrou aos Estados-Membros, incluindo a Áustria, que o sistema biométrico se aplica apenas a nacionais de países terceiros que entram na Área Schengen para estadias curtas de até 90 dias em qualquer período de 180 dias. Portadores de vistos de longa duração (visto D), familiares de cidadãos da UE que exercem o direito de livre circulação, motoristas de carga com autorizações bilaterais de transporte e diplomatas credenciados continuam isentos.
A clarificação surge após várias reclamações de destaque no Aeroporto Internacional de Viena, onde executivos estrangeiros portadores do Cartão Vermelho-Branco-Vermelho da Áustria foram erroneamente encaminhados para coleta de impressões digitais na chegada. O Ministério do Interior instruiu agora os agentes de fronteira a consultarem o registro nacional de autorizações de residência antes de direcionar os passageiros para os quiosques do EES.
Para gestores de mobilidade global, a nota é oportuna. Desde que o EES entrou em vigor em 10 de abril de 2026, empresas relataram filas mais longas e confusão sobre a necessidade de funcionários com contratos locais utilizarem os novos portões de autoatendimento. A Comissão recomenda que os empregadores informem os viajantes: visitantes de negócios de curto prazo provenientes de países isentos de visto (como EUA, Reino Unido, Canadá) devem registrar impressões digitais e imagem facial na primeira entrada; portadores de vistos D austríacos ou cartões de residência devem dirigir-se aos guichês com atendimento presencial.
A orientação também destaca a futura interoperabilidade com o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS), prevista para o quarto trimestre de 2026. Quando o ETIAS estiver ativo, as autorizações pré-viagem serão cruzadas em tempo real com os registros do EES, automatizando ainda mais a detecção de permanência irregular. Até lá, a Áustria continuará a carimbar manualmente os cartões de residência para garantir segurança jurídica a trabalhadores destacados e transferidos dentro de empresas.
Empresas que gerenciam programas de deslocamento para a Áustria — especialmente vindos dos Bálcãs Ocidentais — devem atualizar imediatamente suas políticas de mobilidade, garantindo que os funcionários portem comprovantes de isenção (como autorizações de residência) e saibam qual fila escolher. O registro incorreto pode gerar alertas automáticos de permanência irregular e complicar futuras viagens pelo espaço Schengen.
A clarificação surge após várias reclamações de destaque no Aeroporto Internacional de Viena, onde executivos estrangeiros portadores do Cartão Vermelho-Branco-Vermelho da Áustria foram erroneamente encaminhados para coleta de impressões digitais na chegada. O Ministério do Interior instruiu agora os agentes de fronteira a consultarem o registro nacional de autorizações de residência antes de direcionar os passageiros para os quiosques do EES.
Para gestores de mobilidade global, a nota é oportuna. Desde que o EES entrou em vigor em 10 de abril de 2026, empresas relataram filas mais longas e confusão sobre a necessidade de funcionários com contratos locais utilizarem os novos portões de autoatendimento. A Comissão recomenda que os empregadores informem os viajantes: visitantes de negócios de curto prazo provenientes de países isentos de visto (como EUA, Reino Unido, Canadá) devem registrar impressões digitais e imagem facial na primeira entrada; portadores de vistos D austríacos ou cartões de residência devem dirigir-se aos guichês com atendimento presencial.
A orientação também destaca a futura interoperabilidade com o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS), prevista para o quarto trimestre de 2026. Quando o ETIAS estiver ativo, as autorizações pré-viagem serão cruzadas em tempo real com os registros do EES, automatizando ainda mais a detecção de permanência irregular. Até lá, a Áustria continuará a carimbar manualmente os cartões de residência para garantir segurança jurídica a trabalhadores destacados e transferidos dentro de empresas.
Empresas que gerenciam programas de deslocamento para a Áustria — especialmente vindos dos Bálcãs Ocidentais — devem atualizar imediatamente suas políticas de mobilidade, garantindo que os funcionários portem comprovantes de isenção (como autorizações de residência) e saibam qual fila escolher. O registro incorreto pode gerar alertas automáticos de permanência irregular e complicar futuras viagens pelo espaço Schengen.
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