
Uma atualização no portal de monitoramento do Espaço Schengen da Comissão Europeia revela que a França notificou formalmente Bruxelas sobre sua intenção de manter os controles temporários em todas as fronteiras internas — terrestres, marítimas e aéreas — até 31 de outubro de 2026. Paris reestabeleceu as verificações em 1º de maio, em resposta a "ameaças jihadistas persistentes" e ao aumento das redes de tráfico de pessoas, mas a nova notificação destaca demandas adicionais de segurança relacionadas à cúpula do G7, marcada para setembro em Évian-les-Bains.
De acordo com o Artigo 25 do Código de Fronteiras Schengen, os Estados-membros podem reintroduzir controles por períodos renováveis de seis meses se enfrentarem uma ameaça séria à ordem pública. A notificação da França aponta uma convergência de fatores de risco: a crise migratória no Canal da Mancha, a violência do crime organizado em Pas-de-Calais e a necessidade de proteger dignitários durante o G7.
O controle abrange as fronteiras com Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália e Espanha, além das rotas aéreas e marítimas para outros países do Espaço Schengen. Para os viajantes a negócios, o impacto prático se limita a filas mais longas em alguns pontos de passagem e à obrigação de portar passaporte válido ou documento nacional de identidade, mesmo em viagens dentro da UE.
Companhias aéreas e de ônibus devem continuar a transferir dados dos passageiros com antecedência às autoridades francesas, e empresas que operam transporte transfronteiriço para trabalhadores devem orientar suas equipes para prever tempo extra em eventuais fiscalizações. Advogados especializados em imigração ressaltam que portadores de autorizações de residência francesas e vistos de longa duração continuam isentos do cálculo do tempo de permanência no Espaço Schengen, mas devem apresentar comprovação de status quando solicitados.
Fornecedores logísticos que transportam mercadorias just-in-time pelos túneis alpinos franco-italiano e franco-espanhol relatam atrasos esporádicos de 15 a 30 minutos nos horários de pico; recomenda-se incluir margens de segurança nos cronogramas de entrega até pelo menos novembro.
O Ministério do Interior indicou que uma nova prorrogação para 2027 é possível caso o nível de ameaça terrorista permaneça em “urgência atentado”, ressaltando que as medidas temporárias nas fronteiras — antes raras — tornaram-se uma característica quase permanente do cenário de segurança francês.
De acordo com o Artigo 25 do Código de Fronteiras Schengen, os Estados-membros podem reintroduzir controles por períodos renováveis de seis meses se enfrentarem uma ameaça séria à ordem pública. A notificação da França aponta uma convergência de fatores de risco: a crise migratória no Canal da Mancha, a violência do crime organizado em Pas-de-Calais e a necessidade de proteger dignitários durante o G7.
O controle abrange as fronteiras com Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália e Espanha, além das rotas aéreas e marítimas para outros países do Espaço Schengen. Para os viajantes a negócios, o impacto prático se limita a filas mais longas em alguns pontos de passagem e à obrigação de portar passaporte válido ou documento nacional de identidade, mesmo em viagens dentro da UE.
Companhias aéreas e de ônibus devem continuar a transferir dados dos passageiros com antecedência às autoridades francesas, e empresas que operam transporte transfronteiriço para trabalhadores devem orientar suas equipes para prever tempo extra em eventuais fiscalizações. Advogados especializados em imigração ressaltam que portadores de autorizações de residência francesas e vistos de longa duração continuam isentos do cálculo do tempo de permanência no Espaço Schengen, mas devem apresentar comprovação de status quando solicitados.
Fornecedores logísticos que transportam mercadorias just-in-time pelos túneis alpinos franco-italiano e franco-espanhol relatam atrasos esporádicos de 15 a 30 minutos nos horários de pico; recomenda-se incluir margens de segurança nos cronogramas de entrega até pelo menos novembro.
O Ministério do Interior indicou que uma nova prorrogação para 2027 é possível caso o nível de ameaça terrorista permaneça em “urgência atentado”, ressaltando que as medidas temporárias nas fronteiras — antes raras — tornaram-se uma característica quase permanente do cenário de segurança francês.
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