
Em 30 de julho de 2026, o Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros da França atualizou discretamente a página oficial do Programa Férias-Trabalho (PVT) — o site de referência para cidadãos franceses que desejam passar um ano trabalhando no exterior. A atualização consolida todas as mudanças nas cotas bilaterais para a temporada 2026/27, ajusta os valores mínimos exigidos em vários países parceiros e adiciona instruções passo a passo para os novos processos de candidatura totalmente digitais, implementados pela Austrália e Chile.
O programa PVT permite que jovens de 18 a 30 anos (até 35 anos para Argentina, Austrália e Canadá) vivam e trabalhem por até doze meses em 15 países parceiros. As cotas permanecem estáveis para os destinos mais procurados (7.000 para o Canadá; 2.000 para a Coreia do Sul), mas aumentam modestamente para o Japão (de 1.500 para 1.800) e Nova Zelândia (de ilimitado para um limite “soft-cap” de 2.500 vagas, dando às autoridades francesas melhor controle da demanda). A França também finalizou seu acordo para 2025 com o Equador; 300 vagas estarão disponíveis a partir de 1º de setembro de 2026.
Além dos números, o ministério esclarece os requisitos financeiros. A maioria dos países parceiros ainda exige comprovação de pelo menos €2.500, mas a Austrália agora pede AUD 5.000 (≈€3.000) e Hong Kong HKD 25.000 (≈€2.900). Uma nova tabela detalha os documentos aceitos (extratos bancários com no máximo 30 dias, contas de poupança ou linhas de crédito notarizadas) e destaca que ativos em criptomoedas **não** são aceitos.
Para os candidatos, a mudança mais prática é no procedimento. A Austrália migrou totalmente para sua plataforma online ImmiAccount, e o Chile agora exige o envio eletrônico via o site do Servicio Nacional de Migraciones. A página do ministério oferece links diretos para esses portais e para os sistemas de agendamento nas embaixadas, reduzindo o risco de fraudes por “intermediários” ilegítimos. Também lembra que, em geral, não é possível mudar o status do visto dentro do país (por exemplo, de PVT para estudante ou trabalho) e que é obrigatório ter seguro saúde com cobertura para repatriação.
Por que isso é importante para gestores de mobilidade global e equipes de RH internacionais? O PVT é uma via cada vez mais popular para jovens talentos franceses que buscam aprimorar habilidades linguísticas e adquirir experiência internacional antes de aceitar transferências permanentes. Informações precisas sobre cotas e custos ajudam os empregadores a planejar a disponibilidade e apoiar seus colaboradores no exterior. A proibição explícita do uso de criptomoedas como comprovação financeira pode exigir que os departamentos de folha de pagamento orientem funcionários com ativos digitais a convertê-los com antecedência para o processo de visto. Por fim, a tendência de digitalização completa dos processos indica uma expectativa dos países parceiros por trâmites mais rápidos e sem papel, e a França acompanha essa mudança em suas orientações — uma informação valiosa para empresas que planejam programas futuros de mobilidade global.
O programa PVT permite que jovens de 18 a 30 anos (até 35 anos para Argentina, Austrália e Canadá) vivam e trabalhem por até doze meses em 15 países parceiros. As cotas permanecem estáveis para os destinos mais procurados (7.000 para o Canadá; 2.000 para a Coreia do Sul), mas aumentam modestamente para o Japão (de 1.500 para 1.800) e Nova Zelândia (de ilimitado para um limite “soft-cap” de 2.500 vagas, dando às autoridades francesas melhor controle da demanda). A França também finalizou seu acordo para 2025 com o Equador; 300 vagas estarão disponíveis a partir de 1º de setembro de 2026.
Além dos números, o ministério esclarece os requisitos financeiros. A maioria dos países parceiros ainda exige comprovação de pelo menos €2.500, mas a Austrália agora pede AUD 5.000 (≈€3.000) e Hong Kong HKD 25.000 (≈€2.900). Uma nova tabela detalha os documentos aceitos (extratos bancários com no máximo 30 dias, contas de poupança ou linhas de crédito notarizadas) e destaca que ativos em criptomoedas **não** são aceitos.
Para os candidatos, a mudança mais prática é no procedimento. A Austrália migrou totalmente para sua plataforma online ImmiAccount, e o Chile agora exige o envio eletrônico via o site do Servicio Nacional de Migraciones. A página do ministério oferece links diretos para esses portais e para os sistemas de agendamento nas embaixadas, reduzindo o risco de fraudes por “intermediários” ilegítimos. Também lembra que, em geral, não é possível mudar o status do visto dentro do país (por exemplo, de PVT para estudante ou trabalho) e que é obrigatório ter seguro saúde com cobertura para repatriação.
Por que isso é importante para gestores de mobilidade global e equipes de RH internacionais? O PVT é uma via cada vez mais popular para jovens talentos franceses que buscam aprimorar habilidades linguísticas e adquirir experiência internacional antes de aceitar transferências permanentes. Informações precisas sobre cotas e custos ajudam os empregadores a planejar a disponibilidade e apoiar seus colaboradores no exterior. A proibição explícita do uso de criptomoedas como comprovação financeira pode exigir que os departamentos de folha de pagamento orientem funcionários com ativos digitais a convertê-los com antecedência para o processo de visto. Por fim, a tendência de digitalização completa dos processos indica uma expectativa dos países parceiros por trâmites mais rápidos e sem papel, e a França acompanha essa mudança em suas orientações — uma informação valiosa para empresas que planejam programas futuros de mobilidade global.
Fonte: France Diplomatie
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