
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou ao Rio de Janeiro em 18 de setembro para lançar um projeto-piloto de segurança federal que promete patrulhas conjuntas 24 horas por dia nas principais rodovias, portos e acessos ao aeroporto da cidade. A iniciativa, que integra polícia militar, fiscais da Receita Federal e órgãos reguladores de transporte em um comando único, tem como objetivo bloquear as rotas de armas e drogas que abastecem as poderosas facções do Rio.
No plano, agentes da Receita Federal serão incorporados às equipes da polícia rodoviária em pontos estratégicos de pedágio para pesar caminhões, escanear contêineres e conferir manifestos de carga com declarações eletrônicas prévias. O Ministério da Justiça anunciou a implantação de novas unidades móveis de scanner corporal no terminal de cargas do aeroporto do Galeão e a reativação de balanças abandonadas nas rodovias Dutra e Washington Luís — pontos clássicos de controle do transporte entre o polo industrial de São Paulo e os portos do Rio.
Para as multinacionais, o impacto imediato será o aumento do tempo de trânsito porta a porta e a maior probabilidade de que veículos da empresa ou ônibus de transporte sejam parados para inspeção. Gestores de viagens devem orientar os colaboradores a portar passaportes ou carteiras de identidade de estrangeiro (RNE), mesmo em trechos domésticos, e considerar tempo extra para deslocamentos a unidades petroquímicas em Duque de Caxias e Itaboraí.
O governo defende que uma presença federal mais visível vai fortalecer a confiança dos investidores antes das eleições de outubro, mas fornecedores de logística alertam que, sem uma faixa eletrônica de pré-liberação, cargas legítimas podem ser retidas. Já há diálogo para permitir que embarcadores certificados pelo programa “Empresa Segura” agendem horários prioritários assim que o piloto estiver estabilizado.
No plano, agentes da Receita Federal serão incorporados às equipes da polícia rodoviária em pontos estratégicos de pedágio para pesar caminhões, escanear contêineres e conferir manifestos de carga com declarações eletrônicas prévias. O Ministério da Justiça anunciou a implantação de novas unidades móveis de scanner corporal no terminal de cargas do aeroporto do Galeão e a reativação de balanças abandonadas nas rodovias Dutra e Washington Luís — pontos clássicos de controle do transporte entre o polo industrial de São Paulo e os portos do Rio.
Para as multinacionais, o impacto imediato será o aumento do tempo de trânsito porta a porta e a maior probabilidade de que veículos da empresa ou ônibus de transporte sejam parados para inspeção. Gestores de viagens devem orientar os colaboradores a portar passaportes ou carteiras de identidade de estrangeiro (RNE), mesmo em trechos domésticos, e considerar tempo extra para deslocamentos a unidades petroquímicas em Duque de Caxias e Itaboraí.
O governo defende que uma presença federal mais visível vai fortalecer a confiança dos investidores antes das eleições de outubro, mas fornecedores de logística alertam que, sem uma faixa eletrônica de pré-liberação, cargas legítimas podem ser retidas. Já há diálogo para permitir que embarcadores certificados pelo programa “Empresa Segura” agendem horários prioritários assim que o piloto estiver estabilizado.
Fonte: Associated Press