
Viajantes a negócios enfrentam possíveis atrasos em voos por toda a Itália na próxima semana, após o sindicato UILT-UIL confirmar uma paralisação de quatro horas dos controladores de tráfego aéreo da ENAV na quarta-feira, 30 de setembro, das 13h às 17h, horário local. A ação, registrada no calendário de greves do Ministério da Infraestrutura e Transportes e divulgada por órgãos do setor em 23 de setembro, afetará os aeroportos de Roma Fiumicino, Roma Ciampino e várias torres regionais.
A paralisação ocorre fora dos chamados “períodos garantidos” (07h–10h e 18h–21h), durante os quais a legislação italiana exige serviços mínimos, o que pode levar as companhias aéreas a cancelarem ou remarcassem preventivamente voos previstos para decolar nesse intervalo. As empresas aéreas devem finalizar seus programas de greve com 48 horas de antecedência, o que deve ocorrer até segunda-feira, 28 de setembro.
Gestores de viagens corporativas devem orientar seus colaboradores a evitar conexões apertadas nos hubs italianos durante a tarde e incluir tempo extra nos roteiros. Passageiros com bilhetes já emitidos poderão remarcar voluntariamente sem penalidades, desde que o façam antes da divulgação do comunicado operacional da companhia, geralmente 24 horas antes.
Quem fizer conexões para destinos fora do espaço Schengen deve ficar atento a possíveis efeitos em cascata, já que atrasos podem ultrapassar os limites de toque de recolher noturno nos aeroportos de destino, causando transtornos maiores. Funcionários de solo e segurança não participam desta greve específica, o que reduz o impacto geral; contudo, sindicatos regionais de transporte público convocaram paralisações simultâneas na região das Marcas, o que pode dificultar o acesso ao aeroporto para alguns funcionários e passageiros.
A direção da ENAV afirma que equipes de contingência manterão pelo menos 50% da capacidade normal do espaço aéreo, mas voos de longa distância podem sofrer redirecionamentos ou atrasos para equilibrar o tráfego. Empresas com cargas críticas — especialmente produtos farmacêuticos sob controle de temperatura e componentes de alto valor — devem considerar antecipar os embarques para o período da manhã ou optar pelo aeroporto de Milão Malpensa, que historicamente é menos afetado por greves dos controladores.
A paralisação ocorre fora dos chamados “períodos garantidos” (07h–10h e 18h–21h), durante os quais a legislação italiana exige serviços mínimos, o que pode levar as companhias aéreas a cancelarem ou remarcassem preventivamente voos previstos para decolar nesse intervalo. As empresas aéreas devem finalizar seus programas de greve com 48 horas de antecedência, o que deve ocorrer até segunda-feira, 28 de setembro.
Gestores de viagens corporativas devem orientar seus colaboradores a evitar conexões apertadas nos hubs italianos durante a tarde e incluir tempo extra nos roteiros. Passageiros com bilhetes já emitidos poderão remarcar voluntariamente sem penalidades, desde que o façam antes da divulgação do comunicado operacional da companhia, geralmente 24 horas antes.
Quem fizer conexões para destinos fora do espaço Schengen deve ficar atento a possíveis efeitos em cascata, já que atrasos podem ultrapassar os limites de toque de recolher noturno nos aeroportos de destino, causando transtornos maiores. Funcionários de solo e segurança não participam desta greve específica, o que reduz o impacto geral; contudo, sindicatos regionais de transporte público convocaram paralisações simultâneas na região das Marcas, o que pode dificultar o acesso ao aeroporto para alguns funcionários e passageiros.
A direção da ENAV afirma que equipes de contingência manterão pelo menos 50% da capacidade normal do espaço aéreo, mas voos de longa distância podem sofrer redirecionamentos ou atrasos para equilibrar o tráfego. Empresas com cargas críticas — especialmente produtos farmacêuticos sob controle de temperatura e componentes de alto valor — devem considerar antecipar os embarques para o período da manhã ou optar pelo aeroporto de Milão Malpensa, que historicamente é menos afetado por greves dos controladores.