
O Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) do Reino Unido atualizou suas orientações de viagem para o Brasil em 25 de setembro de 2026. Embora os níveis gerais de risco permaneçam inalterados, a atualização inclui uma lista detalhada de trechos fluviais no oeste do estado do Amazonas — incluindo partes dos rios Solimões, Itaquaí, Japurá e Negro — onde o FCDO agora recomenda evitar viagens que não sejam essenciais. A revisão ocorre após um aumento recente nos casos de pirataria fluvial que afetaram barcaças de carga e pequenas embarcações turísticas durante a atual temporada de águas baixas.
Gestores de segurança corporativa com equipes atuando em projetos remotos de energia ou florestais devem reavaliar rotas e considerar o fretamento de embarcações com escolta armada ou o uso de voos regulares para polos regionais como Tefé ou Tabatinga. O alerta também impacta o mercado em rápido crescimento de cruzeiros de expedição, que planejava novos roteiros rio acima a partir de Manaus para a temporada 2026-27. Operadores precisarão ajustar os programas ou reforçar as medidas de segurança a bordo para evitar complicações com seguros.
O comunicado também atualiza o capítulo “Segurança” para destacar o aumento dos casos de sequestro-relâmpago envolvendo táxis por aplicativo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Os viajantes são orientados a verificar os dados do motorista e do veículo antes de embarcar e evitar chamar carros na rua durante a noite. Multinacionais devem revisar suas políticas de transporte terrestre e lembrar os funcionários a utilizarem serviços de transfer pré-agendados com fornecedores aprovados.
Como muitas seguradoras baseiam suas condições nas orientações do FCDO, a nova redação pode resultar em aumento de prêmios ou exclusões para viagens às áreas fluviais afetadas. Empresas que enviam funcionários a locais remotos devem documentar medidas adicionais de mitigação — como rastreadores GPS e check-ins diários — para garantir a cobertura do seguro e o cumprimento do dever de cuidado.
Gestores de segurança corporativa com equipes atuando em projetos remotos de energia ou florestais devem reavaliar rotas e considerar o fretamento de embarcações com escolta armada ou o uso de voos regulares para polos regionais como Tefé ou Tabatinga. O alerta também impacta o mercado em rápido crescimento de cruzeiros de expedição, que planejava novos roteiros rio acima a partir de Manaus para a temporada 2026-27. Operadores precisarão ajustar os programas ou reforçar as medidas de segurança a bordo para evitar complicações com seguros.
O comunicado também atualiza o capítulo “Segurança” para destacar o aumento dos casos de sequestro-relâmpago envolvendo táxis por aplicativo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Os viajantes são orientados a verificar os dados do motorista e do veículo antes de embarcar e evitar chamar carros na rua durante a noite. Multinacionais devem revisar suas políticas de transporte terrestre e lembrar os funcionários a utilizarem serviços de transfer pré-agendados com fornecedores aprovados.
Como muitas seguradoras baseiam suas condições nas orientações do FCDO, a nova redação pode resultar em aumento de prêmios ou exclusões para viagens às áreas fluviais afetadas. Empresas que enviam funcionários a locais remotos devem documentar medidas adicionais de mitigação — como rastreadores GPS e check-ins diários — para garantir a cobertura do seguro e o cumprimento do dever de cuidado.