
O Governo do Reino Unido confirmou em 20 de novembro que os cidadãos dos Territórios Ultramarinos Britânicos (BOTC) das Bermudas devem esperar prazos de até 11 semanas para renovação, emissão inicial e substituição de passaportes perdidos. O anúncio ocorre após um aumento significativo no número de pedidos, que sobrecarregou a central de impressão do Reino Unido, responsável por todos os documentos de viagem dos BOTC.
O Departamento de Imigração das Bermudas recomendou que os moradores não finalizem planos de viagem sem antes terem o passaporte válido em mãos e lembrou que a maioria dos destinos exige pelo menos seis meses de validade na chegada. Embora o alerta seja direcionado às Bermudas, outros Territórios Ultramarinos — como Ilhas Cayman e Turks & Caicos — também enfrentam atrasos semelhantes, gerando preocupação entre empresas que fazem rodízio de funcionários entre os territórios e o Reino Unido continental.
Para gestores de mobilidade global, o atraso pode fazer com que colaboradores em rotações de curto prazo percam datas de início ou enfrentem mudanças de itinerário custosas. Recomenda-se que os empregadores verifiquem a validade dos passaportes ao planejar viagens após janeiro de 2026 e, sempre que possível, enviem os trabalhadores com seus passaportes atuais, realizando a renovação no Reino Unido por meio do serviço Fast-Track de uma semana, exclusivo para cidadãos britânicos.
O Home Office não informou quando os prazos de processamento voltarão ao padrão de três a seis semanas, mas afirmou que contratou funcionários adicionais e autorizou horas extras aos fins de semana na linha de impressão. Os solicitantes podem acompanhar o andamento online, mas dificilmente receberão cartas de status intermediário aceitas pelas companhias aéreas.
O Departamento de Imigração das Bermudas recomendou que os moradores não finalizem planos de viagem sem antes terem o passaporte válido em mãos e lembrou que a maioria dos destinos exige pelo menos seis meses de validade na chegada. Embora o alerta seja direcionado às Bermudas, outros Territórios Ultramarinos — como Ilhas Cayman e Turks & Caicos — também enfrentam atrasos semelhantes, gerando preocupação entre empresas que fazem rodízio de funcionários entre os territórios e o Reino Unido continental.
Para gestores de mobilidade global, o atraso pode fazer com que colaboradores em rotações de curto prazo percam datas de início ou enfrentem mudanças de itinerário custosas. Recomenda-se que os empregadores verifiquem a validade dos passaportes ao planejar viagens após janeiro de 2026 e, sempre que possível, enviem os trabalhadores com seus passaportes atuais, realizando a renovação no Reino Unido por meio do serviço Fast-Track de uma semana, exclusivo para cidadãos britânicos.
O Home Office não informou quando os prazos de processamento voltarão ao padrão de três a seis semanas, mas afirmou que contratou funcionários adicionais e autorizou horas extras aos fins de semana na linha de impressão. Os solicitantes podem acompanhar o andamento online, mas dificilmente receberão cartas de status intermediário aceitas pelas companhias aéreas.
Fonte: London Daily
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