
A Secretária do Interior, Shabana Mahmood, confirmou que o próximo projeto de lei de asilo do Partido Trabalhista incluirá disposições que impedem a maioria dos migrantes de acessar benefícios assistenciais até que se tornem cidadãos britânicos. Em entrevista ao The Independent, Mahmood afirmou que “estabelecer-se na Grã-Bretanha é um privilégio, não um direito” e disse que a medida criaria um incentivo maior para a contribuição econômica, ao mesmo tempo em que reduziria os chamados “fatores de atração” no sistema de asilo.
A política — que deve ser apresentada no Parlamento antes do Natal — estará alinhada ao novo modelo de “assentamento por mérito”, estendendo efetivamente a condição de “sem acesso a fundos públicos” (NRPF) por até dez anos ou mais. Críticos, incluindo o Refugee Council e grupos empresariais que empregam trabalhadores de baixa renda, alertam que excluir migrantes do Universal Credit e do apoio habitacional pode levar à indigência e empurrar famílias trabalhadoras para a economia informal.
Para gestores de mobilidade global, o principal risco é a perda de talentos. Pesquisas da Fragomen mostram que o acesso à rede de proteção social britânica está entre os cinco principais fatores na escolha de localização para profissionais de nível médio com dependentes. Políticas internas de mobilidade podem precisar incluir auxílios por dificuldades financeiras ou seguros privados para mitigar essa restrição.
Na prática, os empregadores devem se preparar para uma maior demanda por adiantamentos salariais ou empréstimos, revisar pacotes de realocação para incluir assistência médica privada e subsídios para moradia, além de orientar os funcionários sobre as regras ampliadas do NRPF. Consultores de imigração também alertam que qualquer solicitação de benefício — por menor que seja — pode prolongar o caminho para a residência permanente (ILR), conforme a consulta publicada esta semana.
A segunda leitura do projeto está prevista para o início de dezembro, com o Partido Trabalhista detendo uma maioria de 90 assentos. A menos que emendas significativas sejam aprovadas em comissão, a proibição de benefícios pode virar lei no primeiro trimestre de 2026 e valer para vistos emitidos a partir de abril de 2026.
A política — que deve ser apresentada no Parlamento antes do Natal — estará alinhada ao novo modelo de “assentamento por mérito”, estendendo efetivamente a condição de “sem acesso a fundos públicos” (NRPF) por até dez anos ou mais. Críticos, incluindo o Refugee Council e grupos empresariais que empregam trabalhadores de baixa renda, alertam que excluir migrantes do Universal Credit e do apoio habitacional pode levar à indigência e empurrar famílias trabalhadoras para a economia informal.
Para gestores de mobilidade global, o principal risco é a perda de talentos. Pesquisas da Fragomen mostram que o acesso à rede de proteção social britânica está entre os cinco principais fatores na escolha de localização para profissionais de nível médio com dependentes. Políticas internas de mobilidade podem precisar incluir auxílios por dificuldades financeiras ou seguros privados para mitigar essa restrição.
Na prática, os empregadores devem se preparar para uma maior demanda por adiantamentos salariais ou empréstimos, revisar pacotes de realocação para incluir assistência médica privada e subsídios para moradia, além de orientar os funcionários sobre as regras ampliadas do NRPF. Consultores de imigração também alertam que qualquer solicitação de benefício — por menor que seja — pode prolongar o caminho para a residência permanente (ILR), conforme a consulta publicada esta semana.
A segunda leitura do projeto está prevista para o início de dezembro, com o Partido Trabalhista detendo uma maioria de 90 assentos. A menos que emendas significativas sejam aprovadas em comissão, a proibição de benefícios pode virar lei no primeiro trimestre de 2026 e valer para vistos emitidos a partir de abril de 2026.
Fonte: The Independent
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