
Um comentário publicado no sábado no The Times argumenta que a Área Comum de Viagem (CTA) limita efetivamente a liberdade da Irlanda para definir uma política migratória independente. Como cidadãos britânicos e irlandeses podem viver e trabalhar livremente nos territórios um do outro, diferenças nas regras de asilo ou vistos podem gerar uma “migração secundária” do Reino Unido para a Irlanda, afirma o artigo.
O autor destaca que grande parte das atividades de asilo na Irlanda está ligada a movimentos através do Reino Unido ou originados nele, e sugere que, a menos que Dublin harmonize a legislação, a pressão sobre as instalações de acolhimento, já sobrecarregadas, aumentará. O texto também menciona fatores demográficos, econômicos e geopolíticos — desde a escassez de mão de obra até o deslocamento causado pelas mudanças climáticas — que estão impulsionando fluxos recordes em toda a Europa.
Embora o artigo seja uma opinião, ele surge em meio a mudanças legislativas reais. O Departamento de Justiça está finalizando um Plano Nacional de Implementação para o Pacto Europeu de Migração e Asilo, e ministros já indicaram novas medidas de deportação para serem implementadas ainda este ano. Qualquer mudança em direção a regras no estilo do Reino Unido — como decisões aceleradas de asilo ou listas ampliadas de “países seguros” — terá impacto direto para empregadores que transferem funcionários por meio de rotas intraempresariais.
As equipes de mobilidade devem acompanhar o debate: a harmonização com Londres pode restringir os caminhos para autorização de trabalho de colaboradores de fora do EEE que transitam pelo Reino Unido para a Irlanda, ou vice-versa. Por outro lado, a falta de alinhamento pode levar o Reino Unido a impor novos controles na CTA, complicando o deslocamento transfronteiriço de funcionários em centros multinacionais em Belfast e Dublin.
O autor destaca que grande parte das atividades de asilo na Irlanda está ligada a movimentos através do Reino Unido ou originados nele, e sugere que, a menos que Dublin harmonize a legislação, a pressão sobre as instalações de acolhimento, já sobrecarregadas, aumentará. O texto também menciona fatores demográficos, econômicos e geopolíticos — desde a escassez de mão de obra até o deslocamento causado pelas mudanças climáticas — que estão impulsionando fluxos recordes em toda a Europa.
Embora o artigo seja uma opinião, ele surge em meio a mudanças legislativas reais. O Departamento de Justiça está finalizando um Plano Nacional de Implementação para o Pacto Europeu de Migração e Asilo, e ministros já indicaram novas medidas de deportação para serem implementadas ainda este ano. Qualquer mudança em direção a regras no estilo do Reino Unido — como decisões aceleradas de asilo ou listas ampliadas de “países seguros” — terá impacto direto para empregadores que transferem funcionários por meio de rotas intraempresariais.
As equipes de mobilidade devem acompanhar o debate: a harmonização com Londres pode restringir os caminhos para autorização de trabalho de colaboradores de fora do EEE que transitam pelo Reino Unido para a Irlanda, ou vice-versa. Por outro lado, a falta de alinhamento pode levar o Reino Unido a impor novos controles na CTA, complicando o deslocamento transfronteiriço de funcionários em centros multinacionais em Belfast e Dublin.
Fonte: The Times (Ireland Edition)