
A companhia aérea de baixo custo Wizz Air ampliou sua presença no Aeroporto de Roma Fiumicino em 18 de dezembro, posicionando seu 15º Airbus A321neo no aeroporto mais movimentado da Itália e anunciando oito novas rotas que levarão sua rede da capital a 72 destinos em 28 países. As novas cidades incluem Tallinn, Sofia, Chisinau e Dubrovnik, além de aumentos de capacidade nas rotas já existentes para Londres Luton e Tirana.
A companhia húngara, que transportou 12,6 milhões de passageiros em serviços para a Itália nos primeiros nove meses de 2025, afirmou que a expansão faz parte de um investimento de €300 milhões que manterá Fiumicino como sua maior base na União Europeia. Para os viajantes corporativos, a iniciativa oferece mais opções diretas para polos tecnológicos emergentes do Leste Europeu e dos Bálcãs Ocidentais, alinhando-se às tendências de reshoring que colocam equipes de programação próximas às sedes italianas.
A Aeroporti di Roma (AdR) saudou a decisão, destacando que a renovação da frota da Wizz Air — com idade média das aeronaves de três anos — apoia sua meta de reduzir em 10% as emissões de CO₂ por passageiro-quilômetro até 2030. A companhia afirma que o A321neo reduz o consumo de combustível em 20% em comparação com modelos anteriores.
Gestores de políticas de viagem devem ficar atentos à dinâmica das tarifas: analistas preveem que a maior concorrência nas rotas sobrepostas com ITA Airways e Ryanair deve reduzir em 5% as tarifas médias de negócios com origem em Roma no primeiro trimestre de 2026. A Wizz Air também está lançando os complementos “Flex”, que permitem alterações de data por €10, atraindo viajantes de pequenas e médias empresas que precisam de flexibilidade após a reserva, sem pagar preços de serviço completo.
Com oito aeronaves pernoitando em Fiumicino nos períodos de pico, a disponibilidade de slots no aeroporto ficará mais restrita; empresas que dependem de partidas no início da manhã são aconselhadas a reservar com antecedência para garantir os itinerários desejados.
A companhia húngara, que transportou 12,6 milhões de passageiros em serviços para a Itália nos primeiros nove meses de 2025, afirmou que a expansão faz parte de um investimento de €300 milhões que manterá Fiumicino como sua maior base na União Europeia. Para os viajantes corporativos, a iniciativa oferece mais opções diretas para polos tecnológicos emergentes do Leste Europeu e dos Bálcãs Ocidentais, alinhando-se às tendências de reshoring que colocam equipes de programação próximas às sedes italianas.
A Aeroporti di Roma (AdR) saudou a decisão, destacando que a renovação da frota da Wizz Air — com idade média das aeronaves de três anos — apoia sua meta de reduzir em 10% as emissões de CO₂ por passageiro-quilômetro até 2030. A companhia afirma que o A321neo reduz o consumo de combustível em 20% em comparação com modelos anteriores.
Gestores de políticas de viagem devem ficar atentos à dinâmica das tarifas: analistas preveem que a maior concorrência nas rotas sobrepostas com ITA Airways e Ryanair deve reduzir em 5% as tarifas médias de negócios com origem em Roma no primeiro trimestre de 2026. A Wizz Air também está lançando os complementos “Flex”, que permitem alterações de data por €10, atraindo viajantes de pequenas e médias empresas que precisam de flexibilidade após a reserva, sem pagar preços de serviço completo.
Com oito aeronaves pernoitando em Fiumicino nos períodos de pico, a disponibilidade de slots no aeroporto ficará mais restrita; empresas que dependem de partidas no início da manhã são aconselhadas a reservar com antecedência para garantir os itinerários desejados.
Fonte: Teleborsa