
Mares mais calmos e um clima anormalmente ameno em 20 de dezembro permitiram que 803 pessoas partissem das praias do norte da França em 13 pequenas embarcações — o maior número em um único dia nos últimos dois meses. As travessias elevam o total acumulado de 2025 para mais de 41.400, aproximando-se do recorde do ano passado.
O aumento intensifica a pressão política tanto em Paris quanto em Londres. As autoridades francesas, já sobrecarregadas com as operações policiais de fim de ano, reforçaram as patrulhas em Dunkirk e Wimereux, mas conseguiram interceptar apenas três embarcações antes da partida. O Ministério do Interior argumenta que as redes organizadas de contrabando se adaptam mais rápido do que as táticas das forças de segurança e solicitou à UE mais recursos de vigilância aérea.
Em Londres, parlamentares da oposição exigem medidas mais rigorosas, com alguns defendendo a retirada da Convenção Europeia dos Direitos Humanos para facilitar as deportações. Paris, por sua vez, destaca o acordo de apoio operacional de €1,5 milhão assinado com a Grécia no início do mês para combater as células de contrabando no Norte da África.
Para as empresas que operam no corredor logístico de Calais, o aumento representa risco renovado de desvios de tráfego, inspeções de segurança portuária pontuais e possíveis incidentes com clandestinos. Gestores de mobilidade devem atualizar os protocolos para estacionamento seguro de caminhões e coordenar com transportadoras sobre o status das fronteiras em tempo real.
Ambos os governos afirmam que revisarão a eficácia das patrulhas conjuntas em janeiro, mas analistas alertam que soluções de longo prazo exigem caminhos legais mais amplos para migração e aceleração no processamento de pedidos de asilo em ambos os lados do Canal da Mancha.
O aumento intensifica a pressão política tanto em Paris quanto em Londres. As autoridades francesas, já sobrecarregadas com as operações policiais de fim de ano, reforçaram as patrulhas em Dunkirk e Wimereux, mas conseguiram interceptar apenas três embarcações antes da partida. O Ministério do Interior argumenta que as redes organizadas de contrabando se adaptam mais rápido do que as táticas das forças de segurança e solicitou à UE mais recursos de vigilância aérea.
Em Londres, parlamentares da oposição exigem medidas mais rigorosas, com alguns defendendo a retirada da Convenção Europeia dos Direitos Humanos para facilitar as deportações. Paris, por sua vez, destaca o acordo de apoio operacional de €1,5 milhão assinado com a Grécia no início do mês para combater as células de contrabando no Norte da África.
Para as empresas que operam no corredor logístico de Calais, o aumento representa risco renovado de desvios de tráfego, inspeções de segurança portuária pontuais e possíveis incidentes com clandestinos. Gestores de mobilidade devem atualizar os protocolos para estacionamento seguro de caminhões e coordenar com transportadoras sobre o status das fronteiras em tempo real.
Ambos os governos afirmam que revisarão a eficácia das patrulhas conjuntas em janeiro, mas analistas alertam que soluções de longo prazo exigem caminhos legais mais amplos para migração e aceleração no processamento de pedidos de asilo em ambos os lados do Canal da Mancha.
Fonte: The Scottish Sun
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