
Uma paralisação relâmpago de 72 horas do SNCTA — sindicato que representa cerca de 70% dos controladores de tráfego aéreo franceses — forçou a Direção-Geral de Aviação Civil (DGAC) a fechar os aeroportos de Montpellier-Méditerranée, Nîmes-Garons e Perpignan-Rivesaltes desde as primeiras horas de 20 de dezembro. NOTAMs emitidos pela DGAC também limitaram os movimentos no aeroporto Lyon Saint-Exupéry em 60%, para aliviar os setores sobrecarregados.
A paralisação é a mais recente escalada de uma longa disputa sobre a reforma das escalas e os períodos obrigatórios de descanso. As negociações fracassaram após uma sessão que durou a noite toda em Paris, levando os controladores a abandonarem seus postos às 4h da manhã. Ao amanhecer, os painéis de partidas em Montpellier estavam vazios e as aeronaves que chegavam foram desviadas para Toulouse ou Marselha.
Para os gestores de mobilidade corporativa, o momento não poderia ser pior. Os serviços de TGV para as férias já estão esgotados e muitas empresas dependiam das ligações aéreas regionais para transferir funcionários entre unidades de produção e sedes antes do fechamento de fim de ano. Várias companhias relataram ter que transferir reuniões de diretoria para o formato online em cima da hora, enquanto as equipes de realocação corriam para remarcar viagens via Toulouse, Girona ou Barcelona.
Embora a DGAC tenha requisitado uma equipe mínima para lidar com tráfego médico, militar e desvios, admite que as operações normais não devem ser retomadas antes de 22 de dezembro, no mínimo. O sindicato avisou que pode haver novas ações em janeiro caso o governo não apresente uma proposta revisada para a gestão da fadiga.
Na prática, os empregadores devem orientar os viajantes a monitorar os aplicativos das companhias aéreas, garantir reservas em hotéis próximos aos hubs operacionais e obter comprovantes escritos de cancelamento de voos para apoiar reivindicações de responsabilidade e reembolso de despesas. As opções de transporte terrestre na região de Occitânia continuam limitadas, tornando essencial o replanejamento antecipado das rotas.
A paralisação é a mais recente escalada de uma longa disputa sobre a reforma das escalas e os períodos obrigatórios de descanso. As negociações fracassaram após uma sessão que durou a noite toda em Paris, levando os controladores a abandonarem seus postos às 4h da manhã. Ao amanhecer, os painéis de partidas em Montpellier estavam vazios e as aeronaves que chegavam foram desviadas para Toulouse ou Marselha.
Para os gestores de mobilidade corporativa, o momento não poderia ser pior. Os serviços de TGV para as férias já estão esgotados e muitas empresas dependiam das ligações aéreas regionais para transferir funcionários entre unidades de produção e sedes antes do fechamento de fim de ano. Várias companhias relataram ter que transferir reuniões de diretoria para o formato online em cima da hora, enquanto as equipes de realocação corriam para remarcar viagens via Toulouse, Girona ou Barcelona.
Embora a DGAC tenha requisitado uma equipe mínima para lidar com tráfego médico, militar e desvios, admite que as operações normais não devem ser retomadas antes de 22 de dezembro, no mínimo. O sindicato avisou que pode haver novas ações em janeiro caso o governo não apresente uma proposta revisada para a gestão da fadiga.
Na prática, os empregadores devem orientar os viajantes a monitorar os aplicativos das companhias aéreas, garantir reservas em hotéis próximos aos hubs operacionais e obter comprovantes escritos de cancelamento de voos para apoiar reivindicações de responsabilidade e reembolso de despesas. As opções de transporte terrestre na região de Occitânia continuam limitadas, tornando essencial o replanejamento antecipado das rotas.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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