
A Hainan Airlines divulgou uma atualização da sua malha aérea para o final do ano em 24 de dezembro, destacando novos e recentes serviços que estarão operando durante a temporada de inverno-primavera 2025-26 e até 2026. Entre os destaques estão as rotas Haikou – Londres Heathrow (semanal), Haikou – Bruxelas (três vezes por semana via Chongqing) e Haikou – Jeddah — a primeira ligação direta entre o sul da China e a Arábia Saudita.
Na Ásia, a companhia inaugurou as rotas Haikou – Nha Trang no final de novembro e Haikou – Ho Chi Minh em 15 de dezembro, ambas com várias frequências semanais, além do serviço duas vezes por semana entre Bo’ao (Qionghai) e Kuala Lumpur. Essas adições posicionam o Porto de Livre Comércio de Hainan como um novo hub para o tráfego de lazer e negócios.
A companhia afirma que a expansão aproveita as políticas chinesas de trânsito sem visto e isenção unilateral de visto, que simplificam a burocracia para passageiros em trânsito por Hainan antes de explorar as 24 províncias do continente. Órgãos de turismo da Bélgica e do Reino Unido receberam positivamente o aumento da capacidade, destacando a demanda reprimida por viagens à China após a pandemia.
Do ponto de vista da mobilidade, as novas rotas oferecem às multinacionais mais opções com uma única escala para deslocamento de funcionários entre China, Europa, Oriente Médio e mercados da ASEAN, enquanto os operadores de carga veem potencial na capacidade de porão para transporte de produtos perecíveis de alto valor e remessas de e-commerce.
Analistas do setor alertam que o sucesso contínuo dependerá de tarifas competitivas e conexões eficientes, mas enxergam a expansão como um voto de confiança na trajetória de reabertura da China.
Na Ásia, a companhia inaugurou as rotas Haikou – Nha Trang no final de novembro e Haikou – Ho Chi Minh em 15 de dezembro, ambas com várias frequências semanais, além do serviço duas vezes por semana entre Bo’ao (Qionghai) e Kuala Lumpur. Essas adições posicionam o Porto de Livre Comércio de Hainan como um novo hub para o tráfego de lazer e negócios.
A companhia afirma que a expansão aproveita as políticas chinesas de trânsito sem visto e isenção unilateral de visto, que simplificam a burocracia para passageiros em trânsito por Hainan antes de explorar as 24 províncias do continente. Órgãos de turismo da Bélgica e do Reino Unido receberam positivamente o aumento da capacidade, destacando a demanda reprimida por viagens à China após a pandemia.
Do ponto de vista da mobilidade, as novas rotas oferecem às multinacionais mais opções com uma única escala para deslocamento de funcionários entre China, Europa, Oriente Médio e mercados da ASEAN, enquanto os operadores de carga veem potencial na capacidade de porão para transporte de produtos perecíveis de alto valor e remessas de e-commerce.
Analistas do setor alertam que o sucesso contínuo dependerá de tarifas competitivas e conexões eficientes, mas enxergam a expansão como um voto de confiança na trajetória de reabertura da China.
Fonte: Travel and Tour World