
Com a ampliação da lista de países com restrição de viagem para os EUA para 39 nações a partir de 1º de janeiro, advogados de imigração relatam um aumento nas dúvidas de estrangeiros interessados em opções de green card baseadas em casamento. Uma explicação publicada pelo Business Standard em 30 de dezembro lembra aos candidatos que casar-se com visto de visitante B-1/B-2 é legal, mas o tempo e a intenção são fatores cruciais segundo a chamada “regra dos 90 dias”.
De acordo com as diretrizes do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS), casar-se e solicitar ajuste de status dentro de 90 dias após a entrada pode ser interpretado como fraude de visto, a menos que o candidato comprove uma mudança genuína de planos. Advogados alertam que a tendência de análise mais rigorosa — evidenciada pelo memorando do USCIS em dezembro que suspendeu processos de candidatos de 19 países da lista de restrição — significa que documentação inconsistente ou explicações frágeis podem comprometer os casos.
O artigo destaca que cidadãos de países totalmente banidos sequer conseguirão vistos de visitante, eliminando o casamento nos EUA como alternativa. Para nacionais de países com restrições parciais, o processo está tecnicamente aberto, mas deve enfrentar maior rigor e verificações de segurança prolongadas.
Equipes de mobilidade corporativa devem estar atentas: dependentes que planejam casar-se com cidadãos americanos durante missões de curto prazo precisam seguir as melhores práticas de conformidade: entrar com intenção legítima de saída, evitar solicitar green card antes de 90 dias e manter provas detalhadas de relacionamentos autênticos. O descumprimento pode resultar em acusações de falsa declaração, proibições de entrada por vários anos ou processos de deportação.
A conclusão é que o casamento não é uma solução mágica para quem enfrenta as novas restrições de entrada. Consultoria jurídica antecipada e organização rigorosa de documentos são mais essenciais do que nunca, à medida que o USCIS intensifica os protocolos de detecção de fraudes.
De acordo com as diretrizes do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS), casar-se e solicitar ajuste de status dentro de 90 dias após a entrada pode ser interpretado como fraude de visto, a menos que o candidato comprove uma mudança genuína de planos. Advogados alertam que a tendência de análise mais rigorosa — evidenciada pelo memorando do USCIS em dezembro que suspendeu processos de candidatos de 19 países da lista de restrição — significa que documentação inconsistente ou explicações frágeis podem comprometer os casos.
O artigo destaca que cidadãos de países totalmente banidos sequer conseguirão vistos de visitante, eliminando o casamento nos EUA como alternativa. Para nacionais de países com restrições parciais, o processo está tecnicamente aberto, mas deve enfrentar maior rigor e verificações de segurança prolongadas.
Equipes de mobilidade corporativa devem estar atentas: dependentes que planejam casar-se com cidadãos americanos durante missões de curto prazo precisam seguir as melhores práticas de conformidade: entrar com intenção legítima de saída, evitar solicitar green card antes de 90 dias e manter provas detalhadas de relacionamentos autênticos. O descumprimento pode resultar em acusações de falsa declaração, proibições de entrada por vários anos ou processos de deportação.
A conclusão é que o casamento não é uma solução mágica para quem enfrenta as novas restrições de entrada. Consultoria jurídica antecipada e organização rigorosa de documentos são mais essenciais do que nunca, à medida que o USCIS intensifica os protocolos de detecção de fraudes.