
A administração Trump ressuscitou discretamente uma proposta da era da pandemia que autoriza agentes de imigração a barrar solicitantes de asilo que representem risco de doenças transmissíveis. A regulamentação, finalizada em 29 de dezembro de 2025 e prevista para entrar em vigor na quarta-feira, altera o 8 CFR § 208 para permitir que o Secretário de Segurança Interna ou o Procurador-Geral considerem um indivíduo “inelegível para asilo, retenção de deportação ou proteção CAT” se sua entrada representar um sério perigo à saúde pública.
Embora a administração afirme que a regra oferece apenas “mais uma ferramenta” para emergências, críticos apontam que ela segue de perto as expulsões pelo Título 42 usadas durante a COVID-19 — porém sem exigir uma emergência de saúde pública declarada. Os padrões de triagem médica serão definidos pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); migrantes poderão ser excluídos por tuberculose ativa, novas cepas de gripe ou qualquer doença que o CDC classifique como “quarentenável”.
Para empresas que transferem funcionários pela fronteira EUA-México, o impacto imediato é limitado, pois a regra foca no processamento de asilo, e não em entradas baseadas em emprego. Ainda assim, planejadores de mobilidade devem ficar atentos a efeitos indiretos: a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) pode redirecionar pessoal das vias comerciais para triagem de saúde, aumentando o tempo de espera nos pontos de entrada; pedidos de liberdade condicional humanitária para familiares acompanhantes podem sofrer maior rigor; e o acúmulo de processos de asilo pode crescer caso litígios atrasem a implementação.
Grupos de defesa já sinalizaram desafios judiciais, argumentando que a regulamentação viola leis domésticas de asilo e obrigações de tratados internacionais. Se a regra for mantida, futuras administrações poderão usá-la para fechar a fronteira durante surtos — levantando o risco de que fechamentos rápidos ao estilo do Título 42 se tornem uma prática permanente na política migratória dos EUA.
Dica prática para empregadores: mantenham planos de contingência para transferências transfronteiriças, monitorem os tempos de processamento nos pontos de entrada e garantam que o seguro médico dos funcionários cubra amplamente testes e tratamentos para doenças infecciosas, que podem se tornar obrigatórios na fronteira em futuras crises sanitárias.
Embora a administração afirme que a regra oferece apenas “mais uma ferramenta” para emergências, críticos apontam que ela segue de perto as expulsões pelo Título 42 usadas durante a COVID-19 — porém sem exigir uma emergência de saúde pública declarada. Os padrões de triagem médica serão definidos pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); migrantes poderão ser excluídos por tuberculose ativa, novas cepas de gripe ou qualquer doença que o CDC classifique como “quarentenável”.
Para empresas que transferem funcionários pela fronteira EUA-México, o impacto imediato é limitado, pois a regra foca no processamento de asilo, e não em entradas baseadas em emprego. Ainda assim, planejadores de mobilidade devem ficar atentos a efeitos indiretos: a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) pode redirecionar pessoal das vias comerciais para triagem de saúde, aumentando o tempo de espera nos pontos de entrada; pedidos de liberdade condicional humanitária para familiares acompanhantes podem sofrer maior rigor; e o acúmulo de processos de asilo pode crescer caso litígios atrasem a implementação.
Grupos de defesa já sinalizaram desafios judiciais, argumentando que a regulamentação viola leis domésticas de asilo e obrigações de tratados internacionais. Se a regra for mantida, futuras administrações poderão usá-la para fechar a fronteira durante surtos — levantando o risco de que fechamentos rápidos ao estilo do Título 42 se tornem uma prática permanente na política migratória dos EUA.
Dica prática para empregadores: mantenham planos de contingência para transferências transfronteiriças, monitorem os tempos de processamento nos pontos de entrada e garantam que o seguro médico dos funcionários cubra amplamente testes e tratamentos para doenças infecciosas, que podem se tornar obrigatórios na fronteira em futuras crises sanitárias.
Fonte: Reuters