
Embora os agricultores manifestantes tenham desmontado suas barricadas em Courrière no final do dia 12 de janeiro, um trecho de 12 quilômetros da E411 entre Wierde (saída 16) e Courrière permanece fechado para remoção de detritos e recapeamento emergencial. As autoridades provinciais relatam pneus queimados, paletes destruídas e barreiras de proteção derretidas após dois dias de protestos contra o acordo comercial Mercosul.
Veículos leves estão sendo desviados para a estrada paralela N4, mas caminhões com mais de 7,5 toneladas devem seguir um desvio obrigatório de 55 quilômetros pelo corredor N97–N5–E42 — o que acrescenta cerca de uma hora ao tempo de trânsito entre Bruxelas e Luxemburgo. Operadores logísticos que atendem o cinturão industrial das Ardenas alertam clientes sobre possíveis atrasos em entregas just-in-time e riscos de quebra na cadeia de frio, já que os caminhões refrigerados ficam parados no trânsito.
Para empregadores multinacionais, o bloqueio atrapalha o tráfego de trabalhadores que se deslocam para os centros financeiros de Luxemburgo e para as fábricas aeroespaciais em Charleroi. As equipes de RH estão recomendando o teletrabalho sempre que possível e verificando se os desvios podem levar motoristas transfronteiriços a infringir os tempos de descanso diários previstos no Regulamento Europeu 561/2006.
Os engenheiros rodoviários esperam reabrir a via no final do dia 14 de janeiro, após a conclusão das inspeções estruturais, mas os governadores locais alertam que novas ações dos agricultores podem provocar novos bloqueios. Planejadores de mobilidade devem mapear rotas alternativas com antecedência e reservar orçamentos de contingência para hospedagem, caso os motoristas de longa distância ultrapassem o limite permitido de horas de direção.
Veículos leves estão sendo desviados para a estrada paralela N4, mas caminhões com mais de 7,5 toneladas devem seguir um desvio obrigatório de 55 quilômetros pelo corredor N97–N5–E42 — o que acrescenta cerca de uma hora ao tempo de trânsito entre Bruxelas e Luxemburgo. Operadores logísticos que atendem o cinturão industrial das Ardenas alertam clientes sobre possíveis atrasos em entregas just-in-time e riscos de quebra na cadeia de frio, já que os caminhões refrigerados ficam parados no trânsito.
Para empregadores multinacionais, o bloqueio atrapalha o tráfego de trabalhadores que se deslocam para os centros financeiros de Luxemburgo e para as fábricas aeroespaciais em Charleroi. As equipes de RH estão recomendando o teletrabalho sempre que possível e verificando se os desvios podem levar motoristas transfronteiriços a infringir os tempos de descanso diários previstos no Regulamento Europeu 561/2006.
Os engenheiros rodoviários esperam reabrir a via no final do dia 14 de janeiro, após a conclusão das inspeções estruturais, mas os governadores locais alertam que novas ações dos agricultores podem provocar novos bloqueios. Planejadores de mobilidade devem mapear rotas alternativas com antecedência e reservar orçamentos de contingência para hospedagem, caso os motoristas de longa distância ultrapassem o limite permitido de horas de direção.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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