
O Times de Londres confirmou que o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) entrará em vigor na segunda metade de 2026, com uma taxa de processamento de €20 — acima dos €7 inicialmente previstos — a ser paga por cidadãos de 59 países isentos de visto, incluindo Reino Unido, Estados Unidos e Japão. Embora o ETIAS seja um programa da UE, ele será aplicado a todas as chegadas à Polônia por via aérea, terrestre ou marítima, para estadias de até 90 dias em um período de 180 dias.
Os viajantes deverão preencher um questionário online sobre saúde, segurança e histórico de viagens; os dados serão cruzados com os bancos de dados de Schengen, Interpol e Interpol-Passaportes Roubados. As autoridades esperam que 95% das solicitações sejam aprovadas em minutos, mas a regulamentação permite até 30 dias para análise manual, se necessário.
Para empresas que operam na Polônia, as implicações são significativas. Consultores do Reino Unido que viajam semanalmente para clientes em Cracóvia, engenheiros canadenses que apoiam projetos de energia perto de Gdańsk e executivos americanos que supervisionam centros de serviços compartilhados em Wrocław precisarão de um ETIAS válido vinculado ao passaporte utilizado na viagem. Como a autorização é válida por três anos — ou até a expiração do passaporte — os gestores de mobilidade devem verificar as datas de validade dos passaportes para evitar correria de última hora.
Os aeroportos e pontos de fronteira terrestres da Polônia passaram o último ano instalando portões eletrônicos compatíveis com o ETIAS. O Escritório Chefe da Guarda de Fronteira afirma que os testes de integração com o Sistema de Entrada/Saída da UE estão “dentro do cronograma”, mas recomenda que as companhias aéreas comecem a pré-validação das listas de passageiros no quarto trimestre de 2026. As equipes de RH devem incluir a taxa de €20 nos orçamentos de viagem e alertar os funcionários sobre sites não oficiais que já tentam cobrar valores inflacionados.
Na prática, o ETIAS não substitui permissões de trabalho ou residência; quem realizar atividades produtivas na Polônia ainda precisará da autorização nacional adequada. No entanto, para viagens curtas de reuniões e treinamentos, a nova exigência representa uma grande mudança administrativa, e empresas que a ignorarem correm o risco de multas por embarque negado pelas companhias aéreas e atrasos caros nos projetos.
Os viajantes deverão preencher um questionário online sobre saúde, segurança e histórico de viagens; os dados serão cruzados com os bancos de dados de Schengen, Interpol e Interpol-Passaportes Roubados. As autoridades esperam que 95% das solicitações sejam aprovadas em minutos, mas a regulamentação permite até 30 dias para análise manual, se necessário.
Para empresas que operam na Polônia, as implicações são significativas. Consultores do Reino Unido que viajam semanalmente para clientes em Cracóvia, engenheiros canadenses que apoiam projetos de energia perto de Gdańsk e executivos americanos que supervisionam centros de serviços compartilhados em Wrocław precisarão de um ETIAS válido vinculado ao passaporte utilizado na viagem. Como a autorização é válida por três anos — ou até a expiração do passaporte — os gestores de mobilidade devem verificar as datas de validade dos passaportes para evitar correria de última hora.
Os aeroportos e pontos de fronteira terrestres da Polônia passaram o último ano instalando portões eletrônicos compatíveis com o ETIAS. O Escritório Chefe da Guarda de Fronteira afirma que os testes de integração com o Sistema de Entrada/Saída da UE estão “dentro do cronograma”, mas recomenda que as companhias aéreas comecem a pré-validação das listas de passageiros no quarto trimestre de 2026. As equipes de RH devem incluir a taxa de €20 nos orçamentos de viagem e alertar os funcionários sobre sites não oficiais que já tentam cobrar valores inflacionados.
Na prática, o ETIAS não substitui permissões de trabalho ou residência; quem realizar atividades produtivas na Polônia ainda precisará da autorização nacional adequada. No entanto, para viagens curtas de reuniões e treinamentos, a nova exigência representa uma grande mudança administrativa, e empresas que a ignorarem correm o risco de multas por embarque negado pelas companhias aéreas e atrasos caros nos projetos.
Fonte: The Times